Conheça os principais recursos utilizados por empresas que estão crescendo até 120% ao ano na internet
O que uma empresa de treinamentos, uma loja especializada em decoração e uma metalúrgica podem ter em comum? Mais do que você pode imaginar. O Grupo Luz, a PortCasa e a Geguton comemoraram crescimento de até 120% em seus negócios em um ano marcado pela crise econômica mundial que derrubou diversos países (e companhias) e fez o governo celebrar o crescimento zero apresentado pelo PIB brasileiro como uma façanha. Para alcançar estes resultados, as três investiram na internet como uma de suas principais ferramentas de vendas.
O Grupo Luz, de Ribeirão Preto, aumentou em 40% o número de matrículas de seus cursos de fotografia com campanhas nas mídias e redes sociais. Em São Paulo, a PortCasa cresceu 120% em apenas um ano investindo pesado em marketing digital para sua loja eletrônica. E a gaúcha Geguton aumentou seu cadastro de clientes ativos em 70% ao facilitar as compras em seu site.
São exemplos concretos de empresas que estão aproveitando para surfar na grande onda da internet no Brasil, que já engloba 66 milhões de brasileiros, praticamente um terço da população.
Números, aliás, não faltam para justificar os investimentos em marketing digital no país. O brasileiro é o que passa mais tempo online no mundo, uma média de 44 horas/mês, e está entre os que mais acessam as redes e mídias sociais como Orkut e Twitter.
Com uma presença tão marcante, não é à toa que a internet seja cada vez mais importante, inclusive na forma como compramos. Pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha revelou que 38% dos consumidores das classes A e B e 30% da classe C levam em consideração informações de sites para escolher produtos, marcas e lojas. São as pessoas que movimentaram cerca de R$ 10,5 bilhões no comércio eletrônico em 2009.
Para se obter taxas de crescimento de dois a três dígitos por ano não basta jogar a prancha na água, ou seja, montar o site ou loja virtual e esperar os contatos e pedidos. Requer planejamento de uma série de ações de comunicação, o que chamamos de marketing digital. E a rápida evolução da tecnologia, o surgimento de novos recursos e tendências faz com que estas ações tenham de ser cada vez mais coordenadas para atingir seus objetivos. Seguem abaixo os principais recursos e como podem ser melhor utilizados para alavancar seus negócios.
Site com “usabilidade”: usabilidade significa facilidade de uso. Quanto maior a usabilidade em um website, maior a rapidez do usuário em aprender a utilizá-lo e a encontrar o que procura. Quanto mais fácil e mais rápido for encontrar o que interessa, maior a satisfação da pessoa que o visita e maiores as chances de um contato efetivo. Ou seja, a palavra de ordem hoje é simplicidade, portanto nada de sites pirotécnicos, com introdução animada, geralmente feitos com programação Flash, que demoram uma eternidade para carregar. Ninguém tem mais paciência para isso.
Confira seis maneiras de potencializar recursos já existentes na web 2.0 e alavanque seus negócios.
Otimização: é também chamada SEO (das iniciais em inglês para Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca). De forma simples, a otimização pode ser entendida como uma série de técnicas para estruturar as principais informações sobre a sua empresa, produtos e serviços contidas no site de forma a serem mais facilmente localizadas pelos buscadores. A base desta organização são as palavras-chave, frases e títulos dos conteúdos do site, que devem ser específicas, constantemente atualizadas e estar diretamente relacionadas aos negócios, serviços ou produtos da empresa. Mas atenção: a otimização só funciona em sites construídos em uma programação que permita aos buscadores identificarem estas palavras, por isso mais um motivo para não usar o Flash, pois além de tornar o site mais “pesado” para carregar, também dificulta a localização das palavras-chave.
Publicidade online: é a propaganda feita na internet e se divide de duas formas. A primeira é por meio de links patrocinados em sites de busca, como o Google Adwords ou o Yahoo! Search Marketing, e é indicado para venda direta. Por exemplo, se você possui uma loja de câmeras fotográficas, pode vincular seu anúncio para aparecer ao lado dos resultados relacionados à fotografia.
A segunda é por meio de anúncios (também chamados banners) em sites, redes e mídias sociais relacionados ao produto ou serviço, sendo indicada como publicidade institucional. Nesse caso, o ideal é vincular o anúncio da sua loja de câmeras fotográficas em sites e comunidades especializados em fotografia.
As duas vêm revolucionando a publicidade por serem extremamente acessíveis (qualquer empresa pode iniciar sua própria campanha com orçamento modesto) e permitir a mensuração dos resultados das mais diversas maneiras, sendo ideal para pequenas e médias empresas. Porém, a simplicidade em criar e colocar no ar as campanhas pode ser enganosa. Se não forem atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças da concorrência, corre o risco de não gerar os resultados esperados.
Inteligência de mercado: os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento. Permitem mensurar, por exemplo, qual a “audiência” do site da empresa (origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra) e a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), assim como o posicionamento do site e dos concorrentes nas pesquisas. É uma forma eficaz e acessível de inteligência de mercado.
Redes Sociais: Redes sociais como Orkut, Facebook, Plaxo, MySpace etc, assim como as mídias sociais (Twitter, Flickr, Slideshare e congêneres) são o grande tema do momento da mídia. Diariamente surgem casos de empresas que as utilizaram com sucesso, levando muitos especialistas a declarar que o futuro dos negócios está nestas plataformas.
Exageros à parte, não há como contestar sua importância como canais de comunicação direta entre a empresa e seus clientes. Mas antes é preciso entender como funcionam, como seu público-alvo interage e, com base nestas informações, definir as mais adequadas, monitorando os resultados.
Email Marketing: a propaganda por email é uma das mais conhecidas e eficazes ferramentas de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um email promocional. Em contrapartida, é uma das mais mal utilizadas. O primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um email marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletters), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo etc).
Silvio Tanabe (Consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital - www.magoweb.com/clinicadigital)
HSM Online
19/03/2010
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS - GOOGLE
INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS | Lançamento Google Browser Size
dezembro 30, 2009, 12:07 am
Arquivado em: Informações e Estatísticas | Tags: Google, usabilidade
Clique na imagem para ampliar
Com o objetivo de potencializar sites, muitos webdesigners buscam estudos relacionados a usabilidade (conceito na web utilizado para designar uma forma de deixar a navegação do usuário intuitiva e fácil) para assim cumprir o objetivo do site/projeto. Seguindo o mesmo conceito, o Google, a partir de experiências para auxiliar os desenvolvedores de seus próprios projetos, criou e disponibilizou o Browser Size, ferramenta capaz de mapear um site mostrando ao desenvolvedor quais áreas são mais visíveis para a maioria dos usuários.
No topo e na lateral esquerda podem ser visualizados números que juntos, completam as dimensões de resolução dos monitores. A porcentagem mostrada no centro de cada espaço é calculada de acordo com o número de usuários que conseguem visualizar aquele pedaço da página sem precisar de rolagem. Se o seu site, por exemplo, for projetado com largura de 1200px apenas 50% dos usuários hoje conseguiriam ver a parte assinalada em laranja (mostrada na imagem acima) sem precisar do auxilio da barra de rolagem.
Segundo o imasters, o Google conseguiu esses dados através da coleta de registro de dados dos usuários que visitam o buscador, ou seja, as estatísticas são atuais e confiáveis.
Problemas como tamanho do site e disposição das informações não são novidades para webdesigners e devem ser resolvidos baseados na resolução do monitor dos usuários e nos objetivos do site. Por mais que algumas organizações possuam públicos muito específicos, não é correto ignorar usuários que sentem a necessidade de deixar seus monitores em uma resolução de, por exemplo, 800X600. Utilizar técnicas que aprimorem a usabilidade e principalmente a acessibilidade dão valor ao site, mostrando que você e a organização preocupam-se com o cliente, ou seja, o usuário final.
Espero que tenham gostado da dica!
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
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INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS | Estatísticas sobre a influência do posicionamento no Google
novembro 18, 2009, 12:35 am
Arquivado em: Informações e Estatísticas
Bom Galera!
Extrai um pedaço de um texto do blog da Agencia N4F de Brasília, feito pelo colega Darley, para demonstrar estatisticamente a importância de um bom posicionamento no Google. Acredito que esses dados resumem bem o que sempre batalhamos ao discutir sobre a importancia de uma boa estratégia para mecanismos de busca.
E os dados são esses:
- 80% dos usuários passam pelos mecanismos de busca antes de tomar uma decisão de compra de um produto ou contratar um serviço.
- 100% dos usuários olham para os 3 primeiros resultados;
- 98% clicam no lado esquerdo 2% clicam no lado direito (os 98% incluem os cliques nos 3 Links Patrocinados que aparecem no lado esquerdo);
- 90% dos usuários não passam da 3º página de resultados;
- 62% dos usuários não passam da da 1º página de resultados;
- 36% dos usuários consideram que as empresas que estão nos primeiros resultados são as principais empresas do mercado no segmento pesquisado;
- Os resultados Orgânicos têm pelo menos 20 vezes mais cliques que os Links Patrocinados, em função da credibilidade e do conhecimento dos usuários de que não são resultados pagos, mas exibidos por relevância com a pesquisa.
O texto é excelente também e contém muitas informações pertinentes. Para conferir, é só clicar no link abaixo:
http://www.n4f.blog.br/2009/11/12/porque-investir-em-seo/
Até a próxima!
Bruna Milagres
1 Comentário
INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS | Projeto Caffeine – Mudanças no ranqueamento do Google
novembro 1, 2009, 2:23 pm
Arquivado em: Informações e Estatísticas
Noticia importante para os profissionais que trabalham com otimização de sites: O Google está anunciando mudanças significativas em sua maneira de ranquear sites.
A revista WWW edição 112, anuncia essa mudança e apresenta um dos aspectos percebidos por eles ao testarem a versão “beta” disponível. Hoje, alguns sites que não sofrem alterações (estáticos), ainda são bem ranqueados em algumas palavras-chave (por serem sites mais antigos) e o que percebe-se, é que, com a nova versão, sites que possuem informações relevantes e inseridas com freqüência, serão melhor ranqueados, e isso ocorrerá principalmente nos que estão interligados a blogs.
Em algumas pesquisas no site atual do Google é notável que realmente algumas alterações precisam ser feitas. Um exemplo de mudança, que particularmente acredito que poderia ser feita, é o retorno, em algumas pesquisas, apenas de guias de lista para outros sites (como apontador, telelista, hotfrog, entre outros). Esse tipo de resultado não é interessante para a imagem do Google, visto seu objetivo primordial: retornar informações exatas e, principalmente, relevantes aos usuários. Como a versão disponibilizada ainda não está pronta, não sabemos ainda se mudanças como essa que citei será feita, mas ainda muitas outras, e quem sabe essa está por vir.
A alteração no ranqueamento é uma boa noticia para o mercado de comunicação digital! A alteração no Google não deixa de ser também uma estratégia para captação de novos clientes. Defender que só um site bem planejado será ranqueado, atrairá muitos serviços!
Essas mudanças podem ser percebidas através de testes entre o site atual: www.google.com com a versão de teste: http://www2.sandbox.google.com/
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
1 Comentário
Informações e Estatísticas | Lista dos 10 sites mais acessados do Brasil
outubro 13, 2009, 12:21 pm
Arquivado em: Informações e Estatísticas
Olá pessoas!
A nova categoria de Post “Informações e Estatísticas” foi criada a partir da necessidade de divulgar e comentar dados e informações importantes, coletados em diferentes mídias, sobre design e marketing digital.
A primeira informação (e deste post), é uma pesquisa dos 10 sites mais acessados do Brasil. Os dados foram retirados da revista WWW edição 111 e são da empresa Experian Hitwise. A lista é essa:
Google Brasil
Orkut
Google
Youtube
Windows Live Mail
Google Imagens
Globoesporte
Globo
UOL
MSN Brasil
Após esse resultado, é natural chegarmos a conclusão de algo em que constantemente cito em meus artigos. O Google tornou-se ferramenta primordial no marketing atual, sendo que esse, na lista dos 10 primeiros, ocupa o primeiro, terceiro e sexto lugares.
A encontrabilidade, ou seja, a capacidade do site ser localizado e ranqueado pelo Google, tornou-se ponto de discussão essencial em projetos de criação ou reformulação de websites. Estar bem posicionado é estar junto ao consumidor no momento certo e na hora certa e, só através de um bom estudo de otimização e links patrocinados, que um site pode ser bem ranqueado.
Como já abordei esse tema em outros artigos, indico abaixo dois textos meus que falam exatamente sobre isso. Ler esses dois artigos e assuntos sobre o tema é essencial para quem quer aprofundar nessa área. É a partir de pesquisas assim que adquire-se embasamento sobre conceitos da realidade do mercado brasileiro.
Os textos com os devidos links são esses:
Tecnologias do Google
Marketing de Interrupção
Vale a pena notar o Orkut e o youtube entre os 5 primeiros lugares. O posicionamento do Orkut mostra bem a adesão do brasileiro a essa ferramenta de mídia social. Já o youtube pode ser visto como aliado dos vídeos virais. Virais são uma forma de divulgação espontânea de vídeos que mostram de situações inusitadas e estranhas, à propagandas bem elaboradas.
Fica ai então essa informação sobre os sites
dezembro 30, 2009, 12:07 am
Arquivado em: Informações e Estatísticas | Tags: Google, usabilidade
Clique na imagem para ampliar
Com o objetivo de potencializar sites, muitos webdesigners buscam estudos relacionados a usabilidade (conceito na web utilizado para designar uma forma de deixar a navegação do usuário intuitiva e fácil) para assim cumprir o objetivo do site/projeto. Seguindo o mesmo conceito, o Google, a partir de experiências para auxiliar os desenvolvedores de seus próprios projetos, criou e disponibilizou o Browser Size, ferramenta capaz de mapear um site mostrando ao desenvolvedor quais áreas são mais visíveis para a maioria dos usuários.
No topo e na lateral esquerda podem ser visualizados números que juntos, completam as dimensões de resolução dos monitores. A porcentagem mostrada no centro de cada espaço é calculada de acordo com o número de usuários que conseguem visualizar aquele pedaço da página sem precisar de rolagem. Se o seu site, por exemplo, for projetado com largura de 1200px apenas 50% dos usuários hoje conseguiriam ver a parte assinalada em laranja (mostrada na imagem acima) sem precisar do auxilio da barra de rolagem.
Segundo o imasters, o Google conseguiu esses dados através da coleta de registro de dados dos usuários que visitam o buscador, ou seja, as estatísticas são atuais e confiáveis.
Problemas como tamanho do site e disposição das informações não são novidades para webdesigners e devem ser resolvidos baseados na resolução do monitor dos usuários e nos objetivos do site. Por mais que algumas organizações possuam públicos muito específicos, não é correto ignorar usuários que sentem a necessidade de deixar seus monitores em uma resolução de, por exemplo, 800X600. Utilizar técnicas que aprimorem a usabilidade e principalmente a acessibilidade dão valor ao site, mostrando que você e a organização preocupam-se com o cliente, ou seja, o usuário final.
Espero que tenham gostado da dica!
Até a próxima!
Bruna Milagres
obs.: Pode copiar, mas não deixe de citar a fonte. =)
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INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS | Estatísticas sobre a influência do posicionamento no Google
novembro 18, 2009, 12:35 am
Arquivado em: Informações e Estatísticas
Bom Galera!
Extrai um pedaço de um texto do blog da Agencia N4F de Brasília, feito pelo colega Darley, para demonstrar estatisticamente a importância de um bom posicionamento no Google. Acredito que esses dados resumem bem o que sempre batalhamos ao discutir sobre a importancia de uma boa estratégia para mecanismos de busca.
E os dados são esses:
- 80% dos usuários passam pelos mecanismos de busca antes de tomar uma decisão de compra de um produto ou contratar um serviço.
- 100% dos usuários olham para os 3 primeiros resultados;
- 98% clicam no lado esquerdo 2% clicam no lado direito (os 98% incluem os cliques nos 3 Links Patrocinados que aparecem no lado esquerdo);
- 90% dos usuários não passam da 3º página de resultados;
- 62% dos usuários não passam da da 1º página de resultados;
- 36% dos usuários consideram que as empresas que estão nos primeiros resultados são as principais empresas do mercado no segmento pesquisado;
- Os resultados Orgânicos têm pelo menos 20 vezes mais cliques que os Links Patrocinados, em função da credibilidade e do conhecimento dos usuários de que não são resultados pagos, mas exibidos por relevância com a pesquisa.
O texto é excelente também e contém muitas informações pertinentes. Para conferir, é só clicar no link abaixo:
http://www.n4f.blog.br/2009/11/12/porque-investir-em-seo/
Até a próxima!
Bruna Milagres
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INFORMAÇÕES E ESTATÍSTICAS | Projeto Caffeine – Mudanças no ranqueamento do Google
novembro 1, 2009, 2:23 pm
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Noticia importante para os profissionais que trabalham com otimização de sites: O Google está anunciando mudanças significativas em sua maneira de ranquear sites.
A revista WWW edição 112, anuncia essa mudança e apresenta um dos aspectos percebidos por eles ao testarem a versão “beta” disponível. Hoje, alguns sites que não sofrem alterações (estáticos), ainda são bem ranqueados em algumas palavras-chave (por serem sites mais antigos) e o que percebe-se, é que, com a nova versão, sites que possuem informações relevantes e inseridas com freqüência, serão melhor ranqueados, e isso ocorrerá principalmente nos que estão interligados a blogs.
Em algumas pesquisas no site atual do Google é notável que realmente algumas alterações precisam ser feitas. Um exemplo de mudança, que particularmente acredito que poderia ser feita, é o retorno, em algumas pesquisas, apenas de guias de lista para outros sites (como apontador, telelista, hotfrog, entre outros). Esse tipo de resultado não é interessante para a imagem do Google, visto seu objetivo primordial: retornar informações exatas e, principalmente, relevantes aos usuários. Como a versão disponibilizada ainda não está pronta, não sabemos ainda se mudanças como essa que citei será feita, mas ainda muitas outras, e quem sabe essa está por vir.
A alteração no ranqueamento é uma boa noticia para o mercado de comunicação digital! A alteração no Google não deixa de ser também uma estratégia para captação de novos clientes. Defender que só um site bem planejado será ranqueado, atrairá muitos serviços!
Essas mudanças podem ser percebidas através de testes entre o site atual: www.google.com com a versão de teste: http://www2.sandbox.google.com/
Até a próxima!
Bruna Milagres
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Informações e Estatísticas | Lista dos 10 sites mais acessados do Brasil
outubro 13, 2009, 12:21 pm
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Olá pessoas!
A nova categoria de Post “Informações e Estatísticas” foi criada a partir da necessidade de divulgar e comentar dados e informações importantes, coletados em diferentes mídias, sobre design e marketing digital.
A primeira informação (e deste post), é uma pesquisa dos 10 sites mais acessados do Brasil. Os dados foram retirados da revista WWW edição 111 e são da empresa Experian Hitwise. A lista é essa:
Google Brasil
Orkut
Youtube
Windows Live Mail
Google Imagens
Globoesporte
Globo
UOL
MSN Brasil
Após esse resultado, é natural chegarmos a conclusão de algo em que constantemente cito em meus artigos. O Google tornou-se ferramenta primordial no marketing atual, sendo que esse, na lista dos 10 primeiros, ocupa o primeiro, terceiro e sexto lugares.
A encontrabilidade, ou seja, a capacidade do site ser localizado e ranqueado pelo Google, tornou-se ponto de discussão essencial em projetos de criação ou reformulação de websites. Estar bem posicionado é estar junto ao consumidor no momento certo e na hora certa e, só através de um bom estudo de otimização e links patrocinados, que um site pode ser bem ranqueado.
Como já abordei esse tema em outros artigos, indico abaixo dois textos meus que falam exatamente sobre isso. Ler esses dois artigos e assuntos sobre o tema é essencial para quem quer aprofundar nessa área. É a partir de pesquisas assim que adquire-se embasamento sobre conceitos da realidade do mercado brasileiro.
Os textos com os devidos links são esses:
Tecnologias do Google
Marketing de Interrupção
Vale a pena notar o Orkut e o youtube entre os 5 primeiros lugares. O posicionamento do Orkut mostra bem a adesão do brasileiro a essa ferramenta de mídia social. Já o youtube pode ser visto como aliado dos vídeos virais. Virais são uma forma de divulgação espontânea de vídeos que mostram de situações inusitadas e estranhas, à propagandas bem elaboradas.
Fica ai então essa informação sobre os sites
Como fazer uma campanha de incentivo bem sucedida
Por Jorge Medauar Jr.*
O Marketing de Incentivo é uma ferramenta que engloba campanhas de incentivo, endomarketing, fidelização, programas de relacionamento, entre outras ações. Permite, a um excelente custo/benefício, auxiliar a empresa a atingir seus objetivos de negócio. Esta ferramenta tem como meta a motivação das pessoas envolvidas com a organização. Afinal, não é de hoje que sabemos que as pessoas, a despeito de todos os avanços tecnológicos ocorridos nas últimas décadas, continuam sendo o principal ativo de uma empresa.
Há inúmeras formas de realizar ações de Marketing de Incentivo. Elas podem ser voltadas aos clientes, aos canais de distribuição, a funcionários, a parceiros. Qualquer ação de incentivo é “quantificável”. Os prêmios (que representam de 70 a 80% dos gastos) só serão efetivamente desembolsados se os resultados propostos no início da campanha de incentivo forem plenamente atingidos ou superados.
Só o Marketing de Incentivo proporciona um direcionamento concentrado de esforços para atingir as metas propostas. Pode, por exemplo, ser planejado para ajudar a alavancar ou lançar um produto, uma linha inteira de produtos, ou várias marcas; motivar pessoas; levar à conquista de novas contas; suplantar a concorrência; e muito mais.
Mas, para concretizar o Marketing de Incentivo é necessária, primeiramente, uma campanha. Essa campanha deve ter prazo determinado para acontecer, regras bem definidas e amplamente divulgadas e, a participação dos envolvidos deve ser facultativa. No que tange ao regulamento da campanha, todos os documentos devem ser arquivados por, no mínimo, cinco anos.
É importante ressaltar que alguns cuidados devem ser considerados para que a adoção desta ferramenta seja realmente um sucesso. Seguem as etapas que garantem a efetividade de uma ação de Marketing de Incentivo:
1) O diagnóstico - É essencial entender os fatores geradores da campanha, ou seja, para que ela foi criada. É importante também mapear o perfil do público, conhecer bem o mercado, entender a cultura da empresa e analisar a concorrência. O diagnóstico ajuda a formar o briefing. Há o exemplo de uma rede de concessionárias que resolveu premiar os melhores vendedores com um cruzeiro pelas ilhas gregas e os segundos colocados com um carro zero quilometro. Por mais incrível que tivesse sido a viagem, o valor percebido e o aspiracional das pessoas pelo carro era muito maior, o que acabou criando um desgosto para os grandes campeões.
2) O planejamento - Nessa etapa são definidos: o objetivo, a meta, o regulamento, a premiação, as métricas de avaliação, as estratégias de comunicação e criação - com cronograma de peças e ações motivacionais. Um dos segredos aqui é estabelecer metas possíveis de serem alcançadas. Esse é o primeiro passo para conquistar a adesão e a motivação das pessoas.
3) O lançamento - Momento para "engajar" os participantes e fazê-los perceber que a empresa investe, valoriza, aposta e reconhece sua equipe. Um lançamento de impacto é fundamental para conquistar as pessoas.
4) A sustentação - É uma etapa de extrema importância, pois os participantes da campanha precisam de estímulos constantes para continuar motivados. Além disso, vale salientar que, durante o processo é importante ir medindo a "temperatura" da campanha. O mercado e a empresa podem mudar, os produtos envolvidos podem sofrer alterações, enfim, uma série de fatores pode exigir a busca de novas ações para corrigir rotas e manter as pessoas envolvidas e engajadas.
5) Premiação – A premiação deve ser feita em vouchers, cartões de compras, catálogos de prêmios, viagens e congêneres, excluindo-se dinheiro e cartão de saque, evitando definir prêmios em percentuais de remuneração.
6) O encerramento - Merece a mesma atenção de um lançamento, com a entrega dos prêmios e a análise dos resultados. O reconhecimento da empresa é um dos objetos de desejo dos participantes.
7) Relatório final - Momento de comprovar os resultados, mostrar o que se ganhou com a campanha. Cabe lembrar que, ao premiar um funcionário, fornecedor, distribuidor, ou quem quer que se queira sensibilizar com as soluções de premiação, é interessante oferecer ao contemplado a liberdade de escolha de seu prêmio através de cartões ou vouchers de premiação. Outra alternativa é escolher prêmios, que vão de bens duráveis a bens de consumo, com efeito residual, que perduram na lembrança mesmo após o término da campanha. Um exemplo típico são as premiações em viagem que se tornam inesquecíveis na memória das pessoas.
Por fim, além dos trâmites da campanha propriamente ditos, devem ser observados aspectos legais. O tratamento fiscal recomendado por especialistas é de que o Imposto de Renda seja retido na fonte. A necessidade de se observar todos os trâmites acima mencionados é indispensável para que a empresa que promove a ação de incentivo não veja o prêmio que ela está concedendo ser enquadrado pela receita como remuneração. Tal caracterização implicaria em sérios transtornos para a organização, pois, em tal situação, sobre ele incidem obrigações trabalhistas: recolhimento de contribuição previdenciária e recolhimento de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
Criar novos caminhos para ampliar os resultados das empresas pode ser uma excelente opção para auxiliar os gestores a alcançar os resultados pretendidos. Com certeza, o Marketing de Incentivo pode ser uma criativa e satisfatória ferramenta a ser utilizada pelos empresários brasileiros para aumentar a sua competitividade. Porém, se você pretende utilizar essa ferramenta em 2008, não se esqueça de atentar para os cuidados legais e estratégicos que devem ser observados. Incentivo é coisa séria. Boa sorte!
*Jorge Medauar Jr.é Diretor de criação da Accentiv’.
O Marketing de Incentivo é uma ferramenta que engloba campanhas de incentivo, endomarketing, fidelização, programas de relacionamento, entre outras ações. Permite, a um excelente custo/benefício, auxiliar a empresa a atingir seus objetivos de negócio. Esta ferramenta tem como meta a motivação das pessoas envolvidas com a organização. Afinal, não é de hoje que sabemos que as pessoas, a despeito de todos os avanços tecnológicos ocorridos nas últimas décadas, continuam sendo o principal ativo de uma empresa.
Há inúmeras formas de realizar ações de Marketing de Incentivo. Elas podem ser voltadas aos clientes, aos canais de distribuição, a funcionários, a parceiros. Qualquer ação de incentivo é “quantificável”. Os prêmios (que representam de 70 a 80% dos gastos) só serão efetivamente desembolsados se os resultados propostos no início da campanha de incentivo forem plenamente atingidos ou superados.
Só o Marketing de Incentivo proporciona um direcionamento concentrado de esforços para atingir as metas propostas. Pode, por exemplo, ser planejado para ajudar a alavancar ou lançar um produto, uma linha inteira de produtos, ou várias marcas; motivar pessoas; levar à conquista de novas contas; suplantar a concorrência; e muito mais.
Mas, para concretizar o Marketing de Incentivo é necessária, primeiramente, uma campanha. Essa campanha deve ter prazo determinado para acontecer, regras bem definidas e amplamente divulgadas e, a participação dos envolvidos deve ser facultativa. No que tange ao regulamento da campanha, todos os documentos devem ser arquivados por, no mínimo, cinco anos.
É importante ressaltar que alguns cuidados devem ser considerados para que a adoção desta ferramenta seja realmente um sucesso. Seguem as etapas que garantem a efetividade de uma ação de Marketing de Incentivo:
1) O diagnóstico - É essencial entender os fatores geradores da campanha, ou seja, para que ela foi criada. É importante também mapear o perfil do público, conhecer bem o mercado, entender a cultura da empresa e analisar a concorrência. O diagnóstico ajuda a formar o briefing. Há o exemplo de uma rede de concessionárias que resolveu premiar os melhores vendedores com um cruzeiro pelas ilhas gregas e os segundos colocados com um carro zero quilometro. Por mais incrível que tivesse sido a viagem, o valor percebido e o aspiracional das pessoas pelo carro era muito maior, o que acabou criando um desgosto para os grandes campeões.
2) O planejamento - Nessa etapa são definidos: o objetivo, a meta, o regulamento, a premiação, as métricas de avaliação, as estratégias de comunicação e criação - com cronograma de peças e ações motivacionais. Um dos segredos aqui é estabelecer metas possíveis de serem alcançadas. Esse é o primeiro passo para conquistar a adesão e a motivação das pessoas.
3) O lançamento - Momento para "engajar" os participantes e fazê-los perceber que a empresa investe, valoriza, aposta e reconhece sua equipe. Um lançamento de impacto é fundamental para conquistar as pessoas.
4) A sustentação - É uma etapa de extrema importância, pois os participantes da campanha precisam de estímulos constantes para continuar motivados. Além disso, vale salientar que, durante o processo é importante ir medindo a "temperatura" da campanha. O mercado e a empresa podem mudar, os produtos envolvidos podem sofrer alterações, enfim, uma série de fatores pode exigir a busca de novas ações para corrigir rotas e manter as pessoas envolvidas e engajadas.
5) Premiação – A premiação deve ser feita em vouchers, cartões de compras, catálogos de prêmios, viagens e congêneres, excluindo-se dinheiro e cartão de saque, evitando definir prêmios em percentuais de remuneração.
6) O encerramento - Merece a mesma atenção de um lançamento, com a entrega dos prêmios e a análise dos resultados. O reconhecimento da empresa é um dos objetos de desejo dos participantes.
7) Relatório final - Momento de comprovar os resultados, mostrar o que se ganhou com a campanha. Cabe lembrar que, ao premiar um funcionário, fornecedor, distribuidor, ou quem quer que se queira sensibilizar com as soluções de premiação, é interessante oferecer ao contemplado a liberdade de escolha de seu prêmio através de cartões ou vouchers de premiação. Outra alternativa é escolher prêmios, que vão de bens duráveis a bens de consumo, com efeito residual, que perduram na lembrança mesmo após o término da campanha. Um exemplo típico são as premiações em viagem que se tornam inesquecíveis na memória das pessoas.
Por fim, além dos trâmites da campanha propriamente ditos, devem ser observados aspectos legais. O tratamento fiscal recomendado por especialistas é de que o Imposto de Renda seja retido na fonte. A necessidade de se observar todos os trâmites acima mencionados é indispensável para que a empresa que promove a ação de incentivo não veja o prêmio que ela está concedendo ser enquadrado pela receita como remuneração. Tal caracterização implicaria em sérios transtornos para a organização, pois, em tal situação, sobre ele incidem obrigações trabalhistas: recolhimento de contribuição previdenciária e recolhimento de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
Criar novos caminhos para ampliar os resultados das empresas pode ser uma excelente opção para auxiliar os gestores a alcançar os resultados pretendidos. Com certeza, o Marketing de Incentivo pode ser uma criativa e satisfatória ferramenta a ser utilizada pelos empresários brasileiros para aumentar a sua competitividade. Porém, se você pretende utilizar essa ferramenta em 2008, não se esqueça de atentar para os cuidados legais e estratégicos que devem ser observados. Incentivo é coisa séria. Boa sorte!
*Jorge Medauar Jr.é Diretor de criação da Accentiv’.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Marketing Pessoal para WebDesigners
Não importa o quão bom você é. O que importa é o quão bom você é em mostrar isso!”
Essa frase representa muito bem o básico do marketing pessoal, personal branding, auto-propaganda, ou seja lá como você queira chamar. Como um designer, cujo trabalho é ser criativo, suas estratégias de marketing pessoal devem ser igualmente criativas. Portanto, aí vão algumas idéias:
1.O nome diz tudo:
A maior parte dos designers gráficos / webdesigners usam seu próprio nome como marca. Ao invés de ter um website chamado “Sites Bonitos e Funcionais”, que tal dar a ele o nome mais importante da sua vida: o seu próprio. Fazendo isso, à medida em que você desenvolve trabalhos de qualidade, seu nome vai ganhando mais e mais respeito no seu nicho. E, é isso o que queremos.
2.Porque ser autêntico é o caminho:
Quando fala-se ‘autêntico’, quero dizer que você precisa honrar a essência de como você realmente é, e aderir a isso. O resultado será que seu trabalho vai refletir sua personalidade, caráter, valores, ambições, visão, etc. Enquanto em outras áreas você poderia se dar bem mesmo com falsas honras, isso é meio impossível de se fazer quando se trata de design gráfico. Você não não pode fingir criatividade, ou manipular isso de forma que seja substituível por outra coisa. É uma idéia bacana focar o seu marketing em até 3 valores baseados na definição sua personalidade. Aí você pergunta: “E se meu branding autêntico não for apelativo para meu nicho do mercado?” E a resposta seria algo como: “Você escolheu o nicho errado. Mude-o!”
3.Quantidade vs. qualidade:
Muitas vezes, designers, especialmente iniciantes, caem na besteira de pegar trocentos projetos, esperando criar um portfólio rico e versátil o mais rápido possível. Isso é um erro, pois você vai estar gastando energia e, com toda a pressão das entregas, vai acabar entregando trabalhos meia-boca. Uma das consequências mais óbvias nisso é que seus clientes acabarão ficando “mais ou menos” satisfeitos e você vai ter um portfólio “mais ou menos”. Sim, você tem um portfólio em 2 meses. Mas ele é meia-boca. Quão bom isso é? Seria melhor você dar total atenção a no máximo dois projetos de cada vez e fazer um trabalho excepcional. Sim, isso vai fazer você demorar mais tempo para construir seu portfólio, mas de uma forma muito mais efetiva. Melhor ainda, seus clientes satisfeitíssimos muito provavelmente procurarão seus serviços novamente e acabarão fazendo propaganda por você. Yay!
4.Consistência é a palavra-chave
Para se destacar nesse meio, você precisa se mostrar um web designer apaixonado pelo que faz e entregar trabalhos de qualidade, de forma consistente. Em outras palavras, você precisa sempre estar entregando ótimos trabalhos ligados a seu nome. Nunca comprometa a qualidade do seu trabalho. Se o seu trabalho é desvalorizado, o seu nome, sua marca, também.
Além disso, você tem que ser consistente, estabelecendo sua marca. Por exemplo, uma boa idéia é usar sempre o mesmo avatar / perfil, assim, em qualquer parte da internet, ao bater os olhos, as pessoas saberão que você é você. Outra coisa legal, é usar uma foto (ou ilustração) sua, o que fica mais pessoal, e, mesmo que você mude seu logo infinitas vezes, sua imagem ainda será aquela. (A menos que você seja atropelado por um caminhão e passe por 35 cirurgias de reconstrução facial, rs)
5.Visibilidade sem drama:
Aqui vão algumas idéias para dar mais visibilidade ao seu nome e trabalho, sem muito esforço:
- Contribua com matérias para blogs bem-cotados (e com muitos acessos) sobre webdesign, de preferência na sua língua.
- Comente em posts relevantes no seu nicho, dando sua opinião, concordando, discordando, bota a boca no mundo.
- Apresente-se para mais pessoas da sua área. Conheça os bons, e faça-se conhecer também.
- Interaja com possíveis clientes e co-workers em redes sociais
- Exercite o altruísmo. Pode ser fazendo tutoriais online, pode ser ensinando um amigo, pode ser oferecendo seu serviço para uma organização ou causa que você apóia.
Essa frase representa muito bem o básico do marketing pessoal, personal branding, auto-propaganda, ou seja lá como você queira chamar. Como um designer, cujo trabalho é ser criativo, suas estratégias de marketing pessoal devem ser igualmente criativas. Portanto, aí vão algumas idéias:
1.O nome diz tudo:
A maior parte dos designers gráficos / webdesigners usam seu próprio nome como marca. Ao invés de ter um website chamado “Sites Bonitos e Funcionais”, que tal dar a ele o nome mais importante da sua vida: o seu próprio. Fazendo isso, à medida em que você desenvolve trabalhos de qualidade, seu nome vai ganhando mais e mais respeito no seu nicho. E, é isso o que queremos.
2.Porque ser autêntico é o caminho:
Quando fala-se ‘autêntico’, quero dizer que você precisa honrar a essência de como você realmente é, e aderir a isso. O resultado será que seu trabalho vai refletir sua personalidade, caráter, valores, ambições, visão, etc. Enquanto em outras áreas você poderia se dar bem mesmo com falsas honras, isso é meio impossível de se fazer quando se trata de design gráfico. Você não não pode fingir criatividade, ou manipular isso de forma que seja substituível por outra coisa. É uma idéia bacana focar o seu marketing em até 3 valores baseados na definição sua personalidade. Aí você pergunta: “E se meu branding autêntico não for apelativo para meu nicho do mercado?” E a resposta seria algo como: “Você escolheu o nicho errado. Mude-o!”
3.Quantidade vs. qualidade:
Muitas vezes, designers, especialmente iniciantes, caem na besteira de pegar trocentos projetos, esperando criar um portfólio rico e versátil o mais rápido possível. Isso é um erro, pois você vai estar gastando energia e, com toda a pressão das entregas, vai acabar entregando trabalhos meia-boca. Uma das consequências mais óbvias nisso é que seus clientes acabarão ficando “mais ou menos” satisfeitos e você vai ter um portfólio “mais ou menos”. Sim, você tem um portfólio em 2 meses. Mas ele é meia-boca. Quão bom isso é? Seria melhor você dar total atenção a no máximo dois projetos de cada vez e fazer um trabalho excepcional. Sim, isso vai fazer você demorar mais tempo para construir seu portfólio, mas de uma forma muito mais efetiva. Melhor ainda, seus clientes satisfeitíssimos muito provavelmente procurarão seus serviços novamente e acabarão fazendo propaganda por você. Yay!
4.Consistência é a palavra-chave
Para se destacar nesse meio, você precisa se mostrar um web designer apaixonado pelo que faz e entregar trabalhos de qualidade, de forma consistente. Em outras palavras, você precisa sempre estar entregando ótimos trabalhos ligados a seu nome. Nunca comprometa a qualidade do seu trabalho. Se o seu trabalho é desvalorizado, o seu nome, sua marca, também.
Além disso, você tem que ser consistente, estabelecendo sua marca. Por exemplo, uma boa idéia é usar sempre o mesmo avatar / perfil, assim, em qualquer parte da internet, ao bater os olhos, as pessoas saberão que você é você. Outra coisa legal, é usar uma foto (ou ilustração) sua, o que fica mais pessoal, e, mesmo que você mude seu logo infinitas vezes, sua imagem ainda será aquela. (A menos que você seja atropelado por um caminhão e passe por 35 cirurgias de reconstrução facial, rs)
5.Visibilidade sem drama:
Aqui vão algumas idéias para dar mais visibilidade ao seu nome e trabalho, sem muito esforço:
- Contribua com matérias para blogs bem-cotados (e com muitos acessos) sobre webdesign, de preferência na sua língua.
- Comente em posts relevantes no seu nicho, dando sua opinião, concordando, discordando, bota a boca no mundo.
- Apresente-se para mais pessoas da sua área. Conheça os bons, e faça-se conhecer também.
- Interaja com possíveis clientes e co-workers em redes sociais
- Exercite o altruísmo. Pode ser fazendo tutoriais online, pode ser ensinando um amigo, pode ser oferecendo seu serviço para uma organização ou causa que você apóia.
Nokia prepara um rival para o iPad
Seguindo outros fabricantes de celulares, como as coreanas Samsung e HP, a Nokia planeja o lançamento de um tablet para concorrer com o iPad. Segundo a agência de notícias Reuters, a fabricante finlandesa já estaria preparando um equipamento para ser lançado por volta de setembro ou outubro – de qualquer forma ainda em 2010.
De acordo com um analista de mercado ouvido pela agência, o equipamento teria sistema operacional Windows, da Microsoft, mas outros especialistas apostam que o tablet poderia usar o novo sistema operacional MeeGo, resultado de uma parceria entre a Intel e a Nokia.
A fabricante de celulares disse há algum tempo que o MeeGo poderia funcionar em dispositivos que não são celulares, como netbooks e outros produtos de consumo eletrônicos.
No ano passado, a Nokia lançou um netbook com Windows 7 com um cartão SIM integrado, que acabou sofrendo por custar caro e só funcionar com duas operadoras – a O2 na Alemanha e a AT&T nos Estados Unidos.
A concorrência do iPad, no entanto, não deve ficar restrita do aparelho da Nokia, HP ou Samsung. Assim como aconteceu com o iPhone, muitos fabricantes deverão despejar no mercado nos próximos meses concorrentes do tablet. Se com o iPad eles forem tão mal sucedidos quanto foram com o iPhone, a Apple não tem lá muita razão para se preocupar, pois continua à frente dos que o copiaram. A própria Nokia levou quase dois anos para lançar um aparelho celular com tela totalmente sensível ao toque.
A propósito, foram comercializadas 300 000 unidades do iPad no primeiro dia de vendas. Apesar de o número ter ficado abaixo da expectativa de alguns analistas, que projetavam vendas de 600 000 unidades, as reações positivas de usuários e críticos começam a prevalecer nas análises.
por Luiza Dalmazo
De acordo com um analista de mercado ouvido pela agência, o equipamento teria sistema operacional Windows, da Microsoft, mas outros especialistas apostam que o tablet poderia usar o novo sistema operacional MeeGo, resultado de uma parceria entre a Intel e a Nokia.
A fabricante de celulares disse há algum tempo que o MeeGo poderia funcionar em dispositivos que não são celulares, como netbooks e outros produtos de consumo eletrônicos.
No ano passado, a Nokia lançou um netbook com Windows 7 com um cartão SIM integrado, que acabou sofrendo por custar caro e só funcionar com duas operadoras – a O2 na Alemanha e a AT&T nos Estados Unidos.
A concorrência do iPad, no entanto, não deve ficar restrita do aparelho da Nokia, HP ou Samsung. Assim como aconteceu com o iPhone, muitos fabricantes deverão despejar no mercado nos próximos meses concorrentes do tablet. Se com o iPad eles forem tão mal sucedidos quanto foram com o iPhone, a Apple não tem lá muita razão para se preocupar, pois continua à frente dos que o copiaram. A própria Nokia levou quase dois anos para lançar um aparelho celular com tela totalmente sensível ao toque.
A propósito, foram comercializadas 300 000 unidades do iPad no primeiro dia de vendas. Apesar de o número ter ficado abaixo da expectativa de alguns analistas, que projetavam vendas de 600 000 unidades, as reações positivas de usuários e críticos começam a prevalecer nas análises.
por Luiza Dalmazo
E-commerce cresce 30% no Brasil

O comércio pela internet vem se tornando cada vez mais comum na vida dos brasileiros, segundo a 21ª edição do Relatório WebShoppers da e-bit. Somente em 2009, as vendas pela web cresceram 30 por cento, estabelecendo faturamento de R$10,6 bilhões.
No ano passado, 17,6 milhões de consumidores fizeram compras pela internet, um crescimento de 33 por cento em relação a 2008.
O crescimento foi resultado do cumprimento dos prazos estabelecidos para entrega de grande parte dos produtos e por conta do aumento de confiança e satisfação dos consumidores em relação ao sistema e formas de pagamento.
As expectativas para esse ano são altas. De acordo com o relatório, a Copa do Mundo tem grandes chances de elevar o faturamento brasileiro ainda no primeiro semestre de 2010, por conta da venda de aparelhos de televisão. A previsão é de faturamento de R$13,6 bilhões e crescimento de 35 por cento dos consumidores em relação a 2009.
Acesso a web em casa supera lan-houses pela primeira vez no Brasil
Pesquisa aponta ainda o crescimento no número de domicílios com computadores
A quinta edição da TIC Domicílios, pesquisa realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), apontou que 48% dos acessos à internet realizados no Brasil em 2009 foram feitos a partir de casas. As lan-houses, que continuam desempenhando um importante papel para a inclusão digital, responderam por 45%. Na comparação com 2008, os acessos domiciliares cresceram cinco pontos percentuais, enquanto os dos centros pagos caíram dois.
Ainda de acordo com a pesquisa, 36% das residências brasileiras possuem computadores (em 2008 eram 28%), embora apenas 27% tenham acesso à internet. Apesar do percentual ainda baixo, o número de casas conectadas à web cresceu sete pontos percentuais, na comparação com 2008. A justificativa para o fato de existirem ainda muitas residências com computador sem acesso à web é o preço alto do serviço.
A pesquisa ainda revelou outros referentes à presença de equipamentos de comunicação nas residências brasileiras. De acordo com o estudo, 66% dos computadores com acesso a internet utilizam banda larga, 98% dos lares têm televisão, 86% têm rádio e 78% têm celular.
A quinta edição da TIC Domicílios, pesquisa realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), apontou que 48% dos acessos à internet realizados no Brasil em 2009 foram feitos a partir de casas. As lan-houses, que continuam desempenhando um importante papel para a inclusão digital, responderam por 45%. Na comparação com 2008, os acessos domiciliares cresceram cinco pontos percentuais, enquanto os dos centros pagos caíram dois.
Ainda de acordo com a pesquisa, 36% das residências brasileiras possuem computadores (em 2008 eram 28%), embora apenas 27% tenham acesso à internet. Apesar do percentual ainda baixo, o número de casas conectadas à web cresceu sete pontos percentuais, na comparação com 2008. A justificativa para o fato de existirem ainda muitas residências com computador sem acesso à web é o preço alto do serviço.
A pesquisa ainda revelou outros referentes à presença de equipamentos de comunicação nas residências brasileiras. De acordo com o estudo, 66% dos computadores com acesso a internet utilizam banda larga, 98% dos lares têm televisão, 86% têm rádio e 78% têm celular.
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