quarta-feira, 6 de julho de 2011

As Mulheres Modernas


Mulheres Modernas. É assim que a sociedade chama as Mulheres que gostam de ser independentes, trabalham, estudam e geralmente são bem colocadas no mercado.

O que muitos acham é que essas Mulheres, chamadas de Mulheres Modernas, deixaram de lado a fragilidade, sensualidade e feminilidade e esses atributos de uma Mulher.

Mais esses comentários surgem de pessoas que realmente não sabem o que é uma Mulher Moderna. Eu me considero uma Mulher Moderna, e por isso tomei a liberdade de expressar o meu ponto de vista sobre esse assunto.

Nós Mulheres Modernas, gostamos da nossa liberdade e independência sim, gostamos de economia, política, ler jornais e se atualizar sobre o que acontece no mundo. Mais nem por isso deixamos de lado a nossa fragilidade, sensualidade e feminilidade.
Esses atributos já fazem parte da nossa essência, e nem se quisermos, conseguiríamos abandonar essa nossa marca registrada.

A diferença da Mulher Moderna para as outras Mulheres, é que nós gostamos de ser tratadas com igualdade, não vemos diferenças em um Homem ou uma Mulher lavar uma louça e cozinhar para os filhos ou governar um País. Somos seres humanos e o mundo oferece diversos caminhos e escolhas, cabe a cada um decidir qual o caminho deseja seguir, independente do sexo.


Quer ler mais sobre esse assunto?
Deixe a sua sugestão para as próximas matérias.


Por: Dayanne Melgaço

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Qual o melhor nome para a sua empresa?

Você está montando a sua empresa e chegou a hora de decidir "Qual o melhor nome para a minha empresa?".

Resolvi fazer essa matéria devido as milhares de perguntas que me faziam sobre o assunto.
Espero que as minhas dicas possam ajuda-los.


Dica 1: Nome fácil de gravar e lembrar.
Lembrar e saber o nome da sua empresa é fundamental para que as pessoas possam encontrá-la facilmente pela internet ou por uma lista telefônica (se isso ainda existe).

Dica 2: Assimilar o nome a uma imagem:
Usar um nome associado a um elemento visual, uma imagem, pode ser uma ajuda poderosa para fixá-la na memória de seus clientes. Pois segundo milhares de pesquisas já publicadas, o nosso cérebro está programado para “ver” imagens quando lemos, ou ouvimos uma palavra.

Dica 3: Informar o que a sua empresa faz
É importante deixar claro através do nome em qual segmento a sua empresa atua.
Como um determinado nome pode ser escolhido pode variados segmentos, é interessante que o acrescente depois da marca
Exemplo: “Link” Comunicação Digital
                  Agencia Star Model
                  C&A Modas           
Incluir informações sobre o que sua empresa faz também facilita a busca pela internet, lista telefônica, etc.

Dica 4: Nome curto ou Longo?
Nomes menores são mais fáceis de serem gravados e consequentemente mais fáceis de ser repassados aos amigos.
O que devemos imaginar ao escolher o nome da sua empresa, é como adequar o nome num cartão de visita, no site, nos panfletos, na placa de identificação e em todas as campanhas publicitárias. Será que vai ficar legal o nome que você escolheu em suas campanhas?
  
Dica 5: Brincar com a palavra para que ela se torne mais familiar possível.
Como brincar com as palavras? O português nos dá uma variedade de classificações e que dá para você adequar de acordo com o seu segmento, publico alvo, mercado e etc.
Exemplo: Mamãe Bebê (marca de uma linha para bebês da Natura)
imagine se fosse Mãe do Bebê???

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

10 erros fáceis ao criar para publicidade

O texto a seguir foi adaptado a partir do post "10 Mistakes Logo Designers Can Make When Designing Logos". A despeito do foco espefício do texto original, as dicas caem como uma luva para o processo de criação publicitária.

  1. Iniciar o processo de criação sem um objetivo. Invista um bom tempo esmiuçando o brief, converse com o cliente se possível, e procure saber o máximo que puder sobre o público, a concorrência e os objetivos do cliente e do produto ou serviço.
  2. Criar "no vácuo". Conheça a concorrência e o cenário no qual o produto ou serviço estão. E não se limite a ler o brief: uma pesquisa por conta própria pode dar boas pistas. Isso proporcionará idéias menos genéricas e soluções mais consistentes.
  3. Não ser capaz de responder à pergunta "mas... por que?" Embora os processos de geração de idéias sejam essencialmente espontâneos, é preciso que as decisões tomadas tenham alguma base. É muito fácil ter uma peça reprovada pelo cliente quando as justificativa parecem esbarrar no gosto pessoal. E a propósito: "porque Deus quis" não é um argumento sólido.
  4. Ir para o computador cedo demais. Computadores são ótimos para fazer exatamente o que você manda que façam - e isso é ruim para a criação, que se alimenta também do erro, do traço livre e da casualidade. Além do mais, como o computador torna fácil alterar o trabalho, a tentação de entrar num loop de tentativa-e-erro é grande, fazendo com que o processo vire uma grande experimentação aleatória sem propósito.
  5. Deixar de escutar uma opinião com base em quem a deu. Engula o ego e escute. Pode-se. aprender muito com as fontes mais inesperadas.
  6. Escolher mal a tipografia e os recursos gráficos. Essencialmente, não sexiste não-intencionalidade numa peça publicitária. Pense non resultado que uma escolha de fonte ou imagem poderá causar. Ela quer dizer algo quer você não tinha em mente que dissesse? A melhor opção é uma foto ou uma ilustração? Qual o impacto da escolha da fonte? Pense globalmente.
  7. Desconsiderar as aplicações da peça. O método de produção, o tipo de mídia, o ponto de exposição - tudop isso influi no modo como a peça será eprcebida. Criar para um cartaz de corredor de universidade não é como criar para um anúncio de revista, uma epmena, uma CEMUSA ou um adesivo. É preciso pensar em como o público será "pego" pela peça.
  8. Usar macetinhos ou recursos prontos de softwares. No princípio era o page curl. E o diretor e arte viu que era bom (mentira), e se regozijou. E veio o drop shadow. E o glow. E os bevels. E há pouco tempo, osbrushes. Esses recursos todos costumam soar falsos e batidos, e poucas vezes são usados como solução real, e não coom "recurso que estava lá praticamente pedindo para ser usado". Lembre-se da oração da Serenidade: ter forças para fazer o que deve ser feito, resignação para aceitar o que não pode ser mudado, e nunca, nunca, nunca, nunca, nuca mais usar efeitinhos prontos gratuitamente.
  9. Mostrar opções demais para o cliente. Além de agilizar o processo de seleção, evita passar ao cliente a idéia de que você mesmo não tem muita certeza quanto a qual caminho seguir. Também reduz a probabilidade de surgirem as peças Frankenstein, nas quais o cliente pede "o título dessa com a imagem daquela, o texto de apoio daquela outra, com as cores da primeira e a tipografia da última".
  10. Mostrar para o cliente opções que você não quer que ele escolha. Há uma história envolvendo o arquiteto americano Frank Lloyd Wright e um jardim de inverno que teria sido colocado em um projeto apenas para que o cliente o cortasse, achando assim que havia participado da idéia. Isso pode ser um recurso interessante, mas também pode ser um senhor tiro-no-pé. Para que correr o risco? Se não quer que ele escolha, não mostre a ele.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Como investir em marketing digital em 2011 - Popularização dos smartphones, do iPad e dos tablets possibilita novas formas de publicidade

São Paulo - Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.
Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:
- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).
- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).
- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).
- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.
- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia). 
Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:
e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.  
Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.
Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.   
Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.
Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.
*Por Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/como-investir-em-marketing-digital-em-2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Como as cores afetam as compras?



A estimulação visual tem impacto decisivo em nossas ações dentro de um ambiente de compra. Foi essa provocação que a empresa de soluções para ecommerce Kissmetrics dissecou numa recente compilação de várias pesquisas sobre a influência das cores em nossas decisões de compra no mundo online. Descobriu, entre outras coisas, que:

-    A cor aumenta em 80% o reconhecimento de uma marca. O reconhecimento se conecta diretamente à confiança do consumidor;
-    85% dos consumidores indicam que a cor de um produto é a razão primária para uma compra;
-    Ao se deparar com um novo produto, o consumidor considera por ordem: 1% som/cheiro, 6% textura, 93% aparência;
-    Além da cor, o design, o boca-a-boca e a conveniência influenciam diretamente o comportamento do consumidor online;
-    Uma navegação ruim e uma homepage com design descuidado podem explicar abandono de carrinho virtual: 42% são influenciados pelo layout da home, 52% não retornam a um site por causa de seu layout, e 64% deixam de comprar se considerarem o site  lento;
-    As cores têm a habilidade de atrair perfis específicos de consumidor:
*Preto, vermelho, laranja e azul royal: consumidores impulsivos;
* Azul escuro e verde: consumidores que seguem a lista;
* Rosa e azul claro: consumidores tradicionais.

ESCRITO POR TICIANA WERNECK   
QUA, 29 DE DEZEMBRO DE 2010 14:11
http://www.cmnovarejo.com.br/capital-humano/comportamento/1256-como-as-cores-afetam-as-compras

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Conheça 10 ferramentas úteis para o Twitter

Sites com ferramentas complementares ao Twitter não param de surgir. Agora, muitas coisas que antes eram improváveis no microblog são fáceis e acessíveis, como agendar tuites, encontrar pessoas com interesses em comum, comparar número de citações no Twitter, rastrear sua marca, criar comunidades, enviar arquivos, entre outras utilidades.
Veja dez dicas de sites para uma melhor navegação nessa rede social:

1) Envie arquivos pelo Twitter, basta fazer cadastro no site. O limite é de 10MB: Tweet Cube.
2) Vai viajar ou estará sem net por um tempo? Agende seus tuítes para o dia e horário que preferir: Future Tweets.

3) Encontre pessoas com interesses em comum. Com a ferramenta, você pode encontrar profissionais da mesma área que a sua, ou de sua faculdade, bairro ou cidade: Follower Wonk.

4) Crie ou participe de comunidades do seu interesse. Com o recurso, além de criar e participar de comunidades, os usuários podem convidar outros 'tuiteiros' para participar, encontrar e reunir pessoas com interesses em comum em uma só página e trocar mensagens que são repassadas para todos da comunidade: Twibes.
5) Siga quem te segue automaticamente. O serviço livra o internauta de ter que seguir todos os usuários manualmente:Tweet Hopper.

6) Monitore uma palavra-chave e receba atualizações por e-mail. É muito útil para empresas que rastreiam sua marca, produto ou serviço, mas pode ser usado para qualquer palavra-chave:Twilert.
7) Saiba quem são os políticos brasileiros que estão no Twitter e quais são os mais influentes: Politweets.

8) Compare duas palavras-chave e veja o que é mais citado. Serve para comparar influência de empresas, marcas e usuários:Twit Winner.

9) Faça enquetes usando o microblog. A ferramenta já é utilizada por várias empresas: Twtpoll.
10) Veja qual a sua posição entre os tuiteiros brasileiros e analise o crescimento e popularidade no microblog. Também é possível ver o ranking dos usuários mais seguidos e influentes: Tweet Rank.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Redes sociais na Web: aplicação prática nas empresas (slides)



Posted: 01 Dec 2010 02:30 PM PST
Por Gabriel Galvão
No dia 26/11/2010 ministrei uma palestra no Semcogeo, evento realizado na Esurp (Escola Superior de Relações Públicas) com organização dos estudantes de Relações Públicas da instituição. Fui gentilmente convidado pela Rute Costa e não pude deixar de comparecer.
O evento teve uma ótima apresentação de abertura no dia 25 feita pelo Fábio Albuquerque, que falou sobre redes sociais e os novos paradigmas para as organizações. Após isso, foi organizada uma mesa redonda para debater o tema “O uso das Redes Sociais nas Atividades Secretariais: Novos Desafios Organizacionais”. Não assisti o debate porque fui acompanhar a apresentação dos cases RP 2.0, da Clarissa Lemos, e Como Gerir Relacionamentos nas Novas Mídias, da minha amiga Karla Guimarães.
A mesa redonda da qual participei começou com a apresentação dos assuntos por parte dos debatedores. Primeiro foi a Profª Patrícia Silva, mestra em Tecnologia da Informação pela UFPB, que falou brilhantemente sobre as redes sociais e a web 2.0. Apesar de não ser meu forte, apresentei o temaRedes Sociais na Web: Aplicação Prática nas Empresas, dando continuidade ao que a professora havia explanado. Por conta do tempo curto, fiz uma apresentação compacta. Após as explicações, a Profª Verônica Dantas mediou o debate com as questões enviadas pelos alunos.
Quero agradecer pela oportunidade de conhecer a Esurp e o pessoal que a compõe. Todos me receberam muito bem e espero que haja mais convites como esse. Parabenizo a Andrea Gomes, a Danielle Araújo e a todos que conseguiram fazer um evento profissional, descontraído e muito interessante.
Segue a apresentação utilizada no evento.

Veja o canal do Ponto Marketing no Slideshare.
Posted: 01 Dec 2010 05:26 AM PST
Por Danilo Sousa
No último sábado, 27 de novembro, aconteceu em São Paulo mais uma edição do curso de planejamento em mídias sociais promovido pela Digitalks. Conduzido por Leandro Kenski (CEO da Media Factory e fundador do iVox), Luiz Augusto Barros(Diretor de Operações da Media Factory e um dos sócios fundadores da LocZ Games) e Vivian Vianna (Diretora da DigitalMe), o curso de oito horas tinha como objetivo ensinar como obter e manter a presença digital das marcas nas mídias sociais. E como conhecimento nunca é demais, estive por lá para conferir na íntegra o conteúdo disponibilizado por estes profissionais cheios de experiências incríveis e cases de sucesso.
Como já era de se esperar, foram debatidas questões como o uso estratégico das redes sociais em comunicação/marketing, sua eficiência na gestão dareputação digital, o monitoramento da presença digital, o funcionamento dos chamados motores de busca, relevância e conteúdo, além é claro de técnicas de SEO – Search Engine Optimization. A diferença, pelo menos para mim, foi o fato de que com um número restrito de participantes, pudemos estabelecer um diálogo realmente mais próximo com estes profissionais. Foi a oportunidade que muitos dos participantes, inclusive eu, tiveram para esclarecer suas dúvidas.
Fiquei intrigado, por exemplo, com a questão levantada pelo Luiz Augusto quanto aos ciclos de ascensão e queda dos buscadores. Chega a ser obvio, mas é algo em que eu mesmo nunca havia pensado. O sucesso do Google está no fato de que ele disponibilizou com maior eficiência o conteúdo que as pessoas queriam encontrar, certo? E ele ainda reina soberano exatamente porque ainda entrega a elas as melhores respostas. Mas se hoje as próprias pessoas disponibilizam conteúdo relevante umas às outras, principalmente através das redes sociais, como será daqui a alguns anos? Ainda precisaremos do Google?
Eu sinceramente não sei, mas é uma questão que explica muita coisa. A empresa contrata os melhores profissionais do mundo e transforma seu ambiente de trabalho no mais admirado do planeta, simplesmente porque ela precisa manter felizes os caras que passam os dias pensando em como continuar entregando os melhores resultados às nossas buscas. Agora parece de verdade, não é?!
Já com relação à abordagem, e talvez pela maior aplicabilidade dos conceitos, me chamou muito mais a atenção a explanação da diretora da DigitalMe. Vocês sabiam, por exemplo, que é possível melhorar o posicionamento de um site na busca orgânica do Google fazendo com que entre 3 e 7% das palavras usadas em seu artigo, post ou publicação seja uma palavra diretamente relacionada ao assunto abordado? Se não sabiam, fica a dica! Em algumas ferramentas pagas é possível medir isso. É a relevância e a chamada densidade das palavras-chave em seu texto. E só para não deixar vocês na mão, no SubmiTAY você também consegue. Agora já ouviu falar na gestão de blogs através de links relacionados? É o chamado link building e é muito útil!
O curso foi esclarecedor em alguns aspectos e trouxe novas maneiras de fazermos algumas coisas já manjadas. Mas acima de tudo, foi importante para reforçar principalmente na prática, quanta coisa pode ser feita com uma idéia criativa e o uso correto das técnicas de SEO. Eu mesmo, e sei que também alguns colegas, já sai de lá revendo dezenas de projetos sob novas perspectivas.
Ainda assim é uma prática difícil, onde convencer os gestores das empresas sobre a importância de usarmos todas essas ferramentas juntas já é quase um milagre. Onde em muitos casos apresentar dados que fundamentem a estratégia também não ajuda em nada quando o gestor não faz idéia do que eles representam. Mas o fato é que ou continuamos tentando e nos preparando para quando a oportunidade certa aparecer, ou desistimos. E desistir não é uma saída muito inteligente quando você ama o que faz.
Então se você ainda não saiu clicando em tudo por aqui tentando saber mais sobre Search Engine Optimization, não perde tempo. Vai que a idéia criativa chega antes de você saber o que fazer com ela. E enquanto os motores de busca do soberano Google ainda forem os melhores disponíveis, aproveita!
Danilo Sousa é formado em Comunicação Social/Publicidade e pós-graduado em Marketing pela USJT, antes de ser Analista de Marketing foi diagramador, organizador de eventos, estudante de filosofia, atuou como redator, diretor de criação, blogueiro e jogador de futebol americano obviamente amador. Apaixonado por marketing digital e aspirante a especialista em planejamento estratégico digital, edita o blog Experimentando Marketing.