Nadia Rebouças mostra os caminhos sem volta que o Marketing seguirá daqui para frente
As mudanças que o mundo está vivendo e o futuro do Marketing são temas intrigantes para os profissionais deste setor. Muito se fala em novo consumidor, empresas sustentáveis, restrição à propaganda e - consequentemente - no modelo correto a ser seguido por uma agência. Com história iniciada na comunicação na década de 1980, Nadia Rebouças (foto), diretora da Rebouças & Associados, empresa de consultoria de comunicação, observou a necessidade de reinventar o seu negócio já no fim daquele período.
Em quase 30 anos de mercado atuando em agências multinacionais, Nadia destaca que a principal mudança com relação ao consumidor e às empresas é o movimento de uma nova consciência. Com o mercado de comunicação cada vez mais restrito, é preciso entender o negócio do cliente e os hábitos de consumo que muda ao passar de cada ano. E a receita é simples. “O consumidor de hoje é um ator social”, define Nadia.
Um dos objetivos da publicitária em sua primeira agência era iniciar e apresentar a comunicação interna das agências e também a importância de se ter uma goveTrantrnança. “Se é uma empresa, temos que entender de negócios”, afirma em entrevista ao Mundo do Marketing.
Planejamento estratégico e pessoal
Em 1989 era comum um briefing ser elaborado com base em planejamento de comunicação e não em uma análise de negócios. Já naquela época, Nadia sabia que seria preciso compreender o negócio, a concorrência e ainda levantar situações adversas a fim de se preparar para qualquer ocasião adversa. De acordo com ela, este foi um dos motivos que a fez abrir sua própria agência. “Planejamento é o meu principal produto. Hoje sou remunerada por um trabalho de planejamento e criativo, coisas que sempre defendi”, diz.
Talvez a mudança de postura ao dirigir a sua agência seja reflexo do amadurecimento natural que Nadia adquiriu com a experiência de mercado. “As agências não se consideram empresas e na juventude eu achava legal trabalhar em um lugar onde se colocava o pé em cima da mesa e se falava palavrão”, afirma Nadia ao site.
Do Branding ao conceito sustentável
A evolução de mercado vivida pela executiva passa pela criação do termo “Branding”. Segundo ela, criar uma marca é um briefing diferente e deve-se cobrar como algo que ficará na empresa por anos. “Comecei a criar esse novo modelo quando mudamos a estrutura, a remuneração e a relação com o cliente”, conta. Porém, não houve muito tempo para que Nadia implantasse esta nova cultura de atendimento no mercado carioca devido ao esvaziamento da cidade por conta da violência.
Percebendo a dificuldade, a empresária fechou parceria com a Agência FCB. Após dois anos, com a aquisição da Giovanni, Nadia avaliou sua posição no negócio de forma negativa com a iminente inclinação do negócio para o lado da criação. A atitude deu início ao amadurecimento do conceito sustentável que ficou reforçado com a chegada da Eco 92 no Rio de Janeiro, evento que teve a programação visual criada pela agência de Nadia.
Denominado como “Marketing do bem”, o conceito verde serviu para provar que naquele momento as ferramenta de Marketing não tinham uma ideologia definida. “Com um martelo eu posso matar uma pessoa ou construir uma casa. Portanto, posso construir um novo mundo usando os instrumentos de Marketing para vender novos conceitos e paradigmas. Desde então passei a trabalhar este processo de mudança com os meus clientes”, explica Nadia.
Mudança de civilização
A equação do Marketing é baseada em um modelo onde vender é consequência da procura do consumidor por algum bem ou serviço. Porém, Nadia acredita que a cabeça de quem compra está mudando, apesar de pesquisas de consumo consciente dizerem que estamos longe do ideal. “Ou a sustentabilidade está em todos os lugares da empresa ou não está em lugar nenhum. Essa mudança começou com o profissional de comunicação querendo aprender sobre conceitos de meio ambiente e de responsabilidade ambiental em 1999”, lembra.
Hoje são muitas empresas falando em Marketing social, mas este discurso também serve como maquiagem. Com o fortalecimento do terceiro setor começaram as criticas e com elas a grande aliada: a internet. Desde então as empresas passaram a tomar mais cuidado. “Existem empresas que acham que separar um dinheiro para projetos sociais é ser sustentável. Mas, o valor sustentável deve partir de dentro do negócio e, neste modelo, não temos nenhuma companhia atuando”, afirma.
A pesquisa que mostrou que 50% dos consumidores brasileiros já começam a perceber e ter uma pequena noção de sustentabilidade é uma surpresa para Nadia já que a esta discussão não tem mais de cinco anos, segundo ela. “É muito novo e trata-se de uma mudança de civilização. Temos diversas tendências acontecendo com o mundo andando, mas também existem os conservadores, aqueles que não querem se mover. Afinal, é mais difícil ser sustentável em um mundo insustentável”, diz.
Tendências que afetam o consumo e condenam modelos
O poder que o consumidor tem hoje nas mãos é tanto que Nadia acredita que os alimentos com gordura trans estão com os dias contados. “A propaganda ensinou as pessoas a escovarem os dentes e ensinará a não comer gordura trans. Basta ver a Coca-Cola, que lançou uma embalagem sustentável e saiu na frente em seu mercado”, avalia Nadia Rebouças.
O processo de consciência ambiental nas escolas refletirá daqui a 10 anos por meio de uma juventude conectada, mas, principalmente, com o planeta. Na constante transformação do mundo, resta às empresas serem flexíveis com essas mudanças. “Empresas e agências precisam avaliar o peso de ter criado uma geração de consumidores obesos. Certamente esta mudança vai afetar o consumo, mas algumas empresas já estão se movimentando e criando produtos para este novo consumidor”, recomenda.
Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 05/04/2010
thiago@mundodomarketing.com.br
terça-feira, 6 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
O fascínio das Redes Sociais
Muito tem sido falado sobre redes sociais. As pessoas e empresas se mostram incomodadas com o fato de não saberem como funciona determinada ferramenta, e passam, mesmo que de forma desajeitada, a utilizá-la para que possam aprender. Passam a criar fóruns, entram no twitter, criam blogs, iniciam algum tipo de acompanhamento de outras redes para saber o que falam, ou não, sobre sua marca, enfim, pode-se perceber que a preocupação é grande, e pertinente.
Porém é importante salientar que quando estamos tratando de empresas, não é aconselhável tratar esse aprendizado de forma tão amadora, pois é a imagem da instituição que está em jogo, e todo cuidado é pouco. O recomendável é que a companhia destaque um profissional para se ocupar da gestão de sua presença digital. Mesmo que não exista disponibilidade financeira para destinar um membro da equipe somente para essa função, principalmente no caso de pequenas e médias empresas, ele poderá ficar parcialmente focado nessa atividade, mas é necessário ter alguém com essa missão.
Por que tanto cuidado? Primeiro porque a empresa precisa ter conhecimento sobre o funcionamento das redes na web. Segundo, precisa definir seus objetivos e sua estratégia de abordagem e relacionamento. Terceiro para que não tenha um resultado desastroso com essa iniciativa, o que pode resultar exatamente no oposto do que era sua pretensão inicial.
É indicado buscar apoio profissional para fazer um mapeamento inicial sobre como anda sua marca na web. Existem empresas especializadas nisso. Depois é fundamental saber como se aproximar dos membros da rede. Pois não se pode ser um “invasor” daquela comunidade. Citando o jornalista e amigo Edu Vasques, é necessário “pedir licença” para fazer contato, pois devemos ter, nos relacionamentos no mundo digital, a mesma educação que temos fora dele. É preciso demonstrar que o contato não é uma ameaça e que se respeita o espaço do usuário. É preciso conquistar a confiança das pessoas.
Quando estamos falando de redes sociais, em geral, estamos tratando com grupos de pessoas especializadas em determinado assunto, ou com interesses específicos em certos temas, sendo assim, é importante conhecê-los melhor antes de qualquer ação. Existem grupos focados em viagens, outros em maternidade e bebês, outros são grupos de interesses em animais, como o ‘petkut’, outros são focados no público gay feminino, como o ‘leskut’, existem grupos religiosos, outros voltados a quem está construindo ou decorando sua casa, enfim, há uma enorme quantidade de interesses, e para cada um parece haver uma comunidade diferente.
Um exemplo de estratégia bem sucedida foi a criação da comunidade da marca Harley Davidson, que na verdade já existia há muito tempo no mundo real, afinal há todo um jeito de ser em torno da marca que foi levado para criar a comunidade virtual. Esse é o ponto, ou seja, as redes sociais sempre existiram, o que a internet fez foi trazer isso para uma nova base de troca, mas os interesses, os desejos, são os mesmos, pois são desejos de pessoas. Esse exemplo ilustra o que era e continua sendo importante, atender os interesses do público que interessa àquela empresa. É trazer conteúdo relevante, criar experiências memoráveis, é encantar o cliente, mas agora, no mundo digital.
A maior parte do tempo de navegação é destinada às redes de relacionamento, pois o internauta é ávido por interação, e com a melhoria da tecnologia e o maior acesso à banda larga haverá uma ampliação ainda mais rápida da sua participação.
Autora: Sandra Turchi
Porém é importante salientar que quando estamos tratando de empresas, não é aconselhável tratar esse aprendizado de forma tão amadora, pois é a imagem da instituição que está em jogo, e todo cuidado é pouco. O recomendável é que a companhia destaque um profissional para se ocupar da gestão de sua presença digital. Mesmo que não exista disponibilidade financeira para destinar um membro da equipe somente para essa função, principalmente no caso de pequenas e médias empresas, ele poderá ficar parcialmente focado nessa atividade, mas é necessário ter alguém com essa missão.
Por que tanto cuidado? Primeiro porque a empresa precisa ter conhecimento sobre o funcionamento das redes na web. Segundo, precisa definir seus objetivos e sua estratégia de abordagem e relacionamento. Terceiro para que não tenha um resultado desastroso com essa iniciativa, o que pode resultar exatamente no oposto do que era sua pretensão inicial.
É indicado buscar apoio profissional para fazer um mapeamento inicial sobre como anda sua marca na web. Existem empresas especializadas nisso. Depois é fundamental saber como se aproximar dos membros da rede. Pois não se pode ser um “invasor” daquela comunidade. Citando o jornalista e amigo Edu Vasques, é necessário “pedir licença” para fazer contato, pois devemos ter, nos relacionamentos no mundo digital, a mesma educação que temos fora dele. É preciso demonstrar que o contato não é uma ameaça e que se respeita o espaço do usuário. É preciso conquistar a confiança das pessoas.
Quando estamos falando de redes sociais, em geral, estamos tratando com grupos de pessoas especializadas em determinado assunto, ou com interesses específicos em certos temas, sendo assim, é importante conhecê-los melhor antes de qualquer ação. Existem grupos focados em viagens, outros em maternidade e bebês, outros são grupos de interesses em animais, como o ‘petkut’, outros são focados no público gay feminino, como o ‘leskut’, existem grupos religiosos, outros voltados a quem está construindo ou decorando sua casa, enfim, há uma enorme quantidade de interesses, e para cada um parece haver uma comunidade diferente.
Um exemplo de estratégia bem sucedida foi a criação da comunidade da marca Harley Davidson, que na verdade já existia há muito tempo no mundo real, afinal há todo um jeito de ser em torno da marca que foi levado para criar a comunidade virtual. Esse é o ponto, ou seja, as redes sociais sempre existiram, o que a internet fez foi trazer isso para uma nova base de troca, mas os interesses, os desejos, são os mesmos, pois são desejos de pessoas. Esse exemplo ilustra o que era e continua sendo importante, atender os interesses do público que interessa àquela empresa. É trazer conteúdo relevante, criar experiências memoráveis, é encantar o cliente, mas agora, no mundo digital.
A maior parte do tempo de navegação é destinada às redes de relacionamento, pois o internauta é ávido por interação, e com a melhoria da tecnologia e o maior acesso à banda larga haverá uma ampliação ainda mais rápida da sua participação.
Autora: Sandra Turchi
Ações promocionais no marketing digital
Uma das atividades mais populares no marketing é a ação promocional, ou como muitos chamam, a Promo. O principal motivo é que a promoção de vendas está diretamente ligada ao desejo de toda empresa de incrementar seu faturamento. As ações promocionais falam diretamente com o lado mais sensível da empresa : O bolso.
Mas quando olhamos para a Internet vemos ações promocionais tímidas, normalmente servindo de apoio para outras campanhas, para promoções do ponto de vendas, ou informando sobre desconto promocionais. Na verdade é possível obter muito mais do que isso. Você pode criar ações promocionais exclusivas para a Internet, que aproveitem as redes sociais dos próprios consumidores, e que criem um efeito rápido de divulgação. O resultado pode ser muito rápido e a relação custo-benefício bastante atraente.
Mas para criar uma ação promocional na Internet você primeiro deve se perguntar: O que o consumidor quer ?
É obvio que todos querem promoções e descontos, mas temos que lembrar os três principais desejos do consumidor on-line, antes de definir nossa ação promocional. O consumidor on-line busca Informação, Entretenimento e Relacionamento. São estes três desejos que devem ser trabalhados em uma ação promocional para que ela seja eficiente.
Assim sua ação promocional deve explorar estes três desejos do consumidor com um enfoque integrado :
Informação : A ação deve informar sobre a oportunidade única disponível somente pela Internet. A oferta pode estar associada diretamente ao produto, ou relacionada a alguma outra ação atraente para o público-alvo.
Entretenimento : A ação deve fazer com que o consumidor participe e se envolva em algum tipo de evento. Os sorteios parecem atraentes, mas são muito estáticos para a Internet. Uma competição, uma gincana, ou um jogo geram resultados mais interessantes.
Relacionamento : A ação deve envolver a rede de relacionamento do consumidor. Deve explorar de forma consciente a rede social a qual o consumidor pertence. O consumidor deve se sentir importante, na medida que a promoção valoriza não só ele, mas também seus amigos.
Para exemplificar o funcionamento das ações de promoção na Internet vamos falar de alguns produtos que desenvolvemos para serem utilizados com plataformas promocionais :
Twitter promo : Metodologia e ferramenta que permite lançar ações promocionais no Twitter, utilizando a capacidade viral da rede. Com ela, transformamos a oferta da promoção em uma competição onde o consumidor divulga a própria promoção, e ganham aqueles que trouxerem mais visitas ao site da promoção. Assim o consumidor se envolve em uma promoção, informando seus amigos de uma oportunidade imperdível, e ao mesmo tempo se beneficia dela, sendo premiado pela divulgação.
Pollgate ( www.pollgate.com.br ) : Uma rede social baseada em enquetes multimídia sobre diversos assunto. Com ele uma empresa pode promover um produto ou serviço a partir de enquetes, a serem respondidas pelos internautas. Além disso, é possível criar uma competição premiando aqueles que criarem uma pergunta relacionada ao produto e tiverem mais respostas.
Meusparabens ( www.meusparabens.com.br ) : Uma ferramenta web, que permite ao consumidor cadastrar os aniversários dos amigos e ser lembrado deles. Com ele uma empresa pode promover seu produto ou serviço oferecendo premiação aos aniversariantes cadastrados, ou motivando o consumidor a cadastrar os aniversários dos amigos, e posteriormente enviando oferta promocionais aos aniversariantes.
Meetango ( www.meetango.com ) : Uma rede social onde o usuário informa “O que deseja fazer” - como assistir a um filme, ir a um show de rock, a uma exposição de arte - e encontra na rede alguém interessado em fazer a mesma coisa. Trata-se de um novo conceito de “future activity streaming”. Com ele é possível a promoção de eventos, onde os consumidores conseguem acompanhantes ou turmas para ir a Shows, ou a promoção de experiências com o produto, onde os consumidores montam seu próprio grupo de degustação ou experimentação.
Flirt Prints ( www.flirtprints.com ) : Rede social de paquera, com a qual as pessoas anonimamente fazer contato no mundo off-line, depois se comunicam no mundo on-line para se conhecerem melhor. Com ele a empresa pode promover seu produto ou serviço nos cartões “flirtprints”, que o usuário imprime e distribui para suas paqueras. Depois de se conhecem on-line a mesma empresa pode oferecer o ponto de encontro, novamente expondo seu produto ou serviço.
Estilook ( www.estilook.com ) : Rede Social para amantes e profissionais da Moda e Estilo, onde o consumidor mostra seu próprio estilo. Nele a empresa pode criar uma promoção onde os consumidores publicam fotos de como usar o produto, e os melhores “Looks”, que são votados pelos próprios consumidores. Além da promoção e da premiação, a rede ainda possibilita se entender as formas mais populares de uso dos produtos.
Go Zub ( www.gozub.com ): Rede Social que permite implantar em uma promoção o “estilo Twitter”. Com ele a empresa pode se utilizar da infra-estrutura do Gozub, com seu próprio logo, e promover uma campanha promocional para seus clientes, integrada ou não ao Twitter.
Todas estas ferramentas já estão disponíveis para implantação em campanha promocionais, e são adaptadas a cada cliente. Para maiores informações entre em contato através deste link:
http://www.claudiotorres.com.br/index.php/produtos-para-acoes-promocionais-na-internet
Mas quando olhamos para a Internet vemos ações promocionais tímidas, normalmente servindo de apoio para outras campanhas, para promoções do ponto de vendas, ou informando sobre desconto promocionais. Na verdade é possível obter muito mais do que isso. Você pode criar ações promocionais exclusivas para a Internet, que aproveitem as redes sociais dos próprios consumidores, e que criem um efeito rápido de divulgação. O resultado pode ser muito rápido e a relação custo-benefício bastante atraente.
Mas para criar uma ação promocional na Internet você primeiro deve se perguntar: O que o consumidor quer ?
É obvio que todos querem promoções e descontos, mas temos que lembrar os três principais desejos do consumidor on-line, antes de definir nossa ação promocional. O consumidor on-line busca Informação, Entretenimento e Relacionamento. São estes três desejos que devem ser trabalhados em uma ação promocional para que ela seja eficiente.
Assim sua ação promocional deve explorar estes três desejos do consumidor com um enfoque integrado :
Informação : A ação deve informar sobre a oportunidade única disponível somente pela Internet. A oferta pode estar associada diretamente ao produto, ou relacionada a alguma outra ação atraente para o público-alvo.
Entretenimento : A ação deve fazer com que o consumidor participe e se envolva em algum tipo de evento. Os sorteios parecem atraentes, mas são muito estáticos para a Internet. Uma competição, uma gincana, ou um jogo geram resultados mais interessantes.
Relacionamento : A ação deve envolver a rede de relacionamento do consumidor. Deve explorar de forma consciente a rede social a qual o consumidor pertence. O consumidor deve se sentir importante, na medida que a promoção valoriza não só ele, mas também seus amigos.
Para exemplificar o funcionamento das ações de promoção na Internet vamos falar de alguns produtos que desenvolvemos para serem utilizados com plataformas promocionais :
Twitter promo : Metodologia e ferramenta que permite lançar ações promocionais no Twitter, utilizando a capacidade viral da rede. Com ela, transformamos a oferta da promoção em uma competição onde o consumidor divulga a própria promoção, e ganham aqueles que trouxerem mais visitas ao site da promoção. Assim o consumidor se envolve em uma promoção, informando seus amigos de uma oportunidade imperdível, e ao mesmo tempo se beneficia dela, sendo premiado pela divulgação.
Pollgate ( www.pollgate.com.br ) : Uma rede social baseada em enquetes multimídia sobre diversos assunto. Com ele uma empresa pode promover um produto ou serviço a partir de enquetes, a serem respondidas pelos internautas. Além disso, é possível criar uma competição premiando aqueles que criarem uma pergunta relacionada ao produto e tiverem mais respostas.
Meusparabens ( www.meusparabens.com.br ) : Uma ferramenta web, que permite ao consumidor cadastrar os aniversários dos amigos e ser lembrado deles. Com ele uma empresa pode promover seu produto ou serviço oferecendo premiação aos aniversariantes cadastrados, ou motivando o consumidor a cadastrar os aniversários dos amigos, e posteriormente enviando oferta promocionais aos aniversariantes.
Meetango ( www.meetango.com ) : Uma rede social onde o usuário informa “O que deseja fazer” - como assistir a um filme, ir a um show de rock, a uma exposição de arte - e encontra na rede alguém interessado em fazer a mesma coisa. Trata-se de um novo conceito de “future activity streaming”. Com ele é possível a promoção de eventos, onde os consumidores conseguem acompanhantes ou turmas para ir a Shows, ou a promoção de experiências com o produto, onde os consumidores montam seu próprio grupo de degustação ou experimentação.
Flirt Prints ( www.flirtprints.com ) : Rede social de paquera, com a qual as pessoas anonimamente fazer contato no mundo off-line, depois se comunicam no mundo on-line para se conhecerem melhor. Com ele a empresa pode promover seu produto ou serviço nos cartões “flirtprints”, que o usuário imprime e distribui para suas paqueras. Depois de se conhecem on-line a mesma empresa pode oferecer o ponto de encontro, novamente expondo seu produto ou serviço.
Estilook ( www.estilook.com ) : Rede Social para amantes e profissionais da Moda e Estilo, onde o consumidor mostra seu próprio estilo. Nele a empresa pode criar uma promoção onde os consumidores publicam fotos de como usar o produto, e os melhores “Looks”, que são votados pelos próprios consumidores. Além da promoção e da premiação, a rede ainda possibilita se entender as formas mais populares de uso dos produtos.
Go Zub ( www.gozub.com ): Rede Social que permite implantar em uma promoção o “estilo Twitter”. Com ele a empresa pode se utilizar da infra-estrutura do Gozub, com seu próprio logo, e promover uma campanha promocional para seus clientes, integrada ou não ao Twitter.
Todas estas ferramentas já estão disponíveis para implantação em campanha promocionais, e são adaptadas a cada cliente. Para maiores informações entre em contato através deste link:
http://www.claudiotorres.com.br/index.php/produtos-para-acoes-promocionais-na-internet
Como elaborar ações digitais relevantes na rede?
Ações Digitais bem feitas trazem resultados satisfatórios.
Promover uma ação digital ou campanha on line de uma determinada empresa requer muita criativa e conhecimento em novas tecnologias. É preciso ter em mente que os meios digitais pedem, e isso é obrigação, o uso de ferramentas que proporcionem cada vez mais a interação entre o cliente e o produto. Poderia então uma campanha que faz muito sucesso na Televisão (como outra forma de comunicação) ser tão relevante e ter o mesmo sucesso na rede, apenas fazendo as mesmas ações praticadas no mundo off? Responderia a você que se essa marca tiver o apelo emocional e o carinho do público talvez sim, a mesma campanha de mídia convencional poderia dá certo no meio digital, ma só isso não será “via de regra” para o sucesso. Ações digitais que age somente distribuindo brindes ou amostras com campanhas de: o Seguidor de número 1.000 ganhará um brinde, caso traga outro amigo seguindoo Twitter da empresa X... É uma forma, louvável de usar as redes sociais a favor da marca, mas tenho que te falar a verdade: Não é só isso.
Dessa forma teremos sim milhões de seguidores, mas será que isso é relevante? Eles vão comprar o meu produto ( super importante essa pergunta), ou assim que terminar a campanha irão me dá um “unfollowing”?(Não fui relevante o bastante para ele continuar me seguindo e com isso construir um relacionamento com esse potencial cliente?) Não seria muito melhor, que o seu seguidor é quem tivessem os 1.000 seguidores e ao “retuitar” a sua ação – Lê-se: o que eu tenho para falar que os meus seguidores acharia importante?Esses mesmos 1.000 seguidores viriam sua campanha e te seguiriam, e melhor ainda interessados em saber quem é você? Essa é a grande questão das chamadas ações sociais, às vezes o “tiro pode sair pela culatra”, e então – o que fazer? Veja um case interessante do uso das ferramentas digitais a favor de uma marca.
Algumas empresas usam muito bem o meio digital e redes sociais em suas campanhas on line, dias desses, navegando pela INTERNET, pesquisando sobre ações publicitárias na WEB, descobri uma que, sinceramente, fiquei super feliz em ver algo tão interessante e que resumi tão bem uma ação digital – relacionada e Interativa. Trata-se do site da C&A Modas. Entrei no site da C&A e descobri um “gift” para que eu participasse do SPFW ( São Paulo FASHION Week) de que forma? Morando em Natal, é praticamente impossível eu participar desse evento, porém a INTERNET que não mede fronteiras me proporcionou isso, e lógico com a ajuda das novas tecnologias de comunicação. O processo é bem simples (cadastrei meu nome e e-mail, em seguida eu teria que vestir um avatar de acordo com as possibilidades de “shapes” disponíveis para mim naquele momento). Montei meu avatar e dei o nome de Deby, em seguida fui convidada a clicar nos botões das câmeras que estavam sendo direcionadas para os corredores do evento, e foi aí que meu avatar passeou por mim nos corredores da Moda. E ainda mandou um alô para a galera (digitei algumas frases), o pessoal que estava nos corredores do SPFW ficou “maravilhado” com esse acontecimento, e eu então? Em êxtase! Participei por um momento do maior evento de moda do Brasil, sem precisar sair de Natal, com a ajuda da globalização e o melhor: Testando on line uma campanha de marketing digital tão bem elaborada.
Descrevi essa ação digital para que você veja como ela fez uso das três principais regras para se fazer uma verdadeira campanha de marketing digital. Vamos lá: Produto relevante (roupas da C&A), meio: hotsite da C&A no SPFW ( hotsites são sites desenvolvidos especificamente para determinadas ações) e tecnologia usada: projeção de avatar em lousa interativa. Resultado: Projeção de avatar nos corredores do SPFW dando a ideia que o internauta estava realmente participando do evento, e eu estava! Ninguém poderá dizer o contrário. Portanto, ao pensar em fazer o marketing digital ou campanhas on line do seu produto lembre-se que o que faz a sua ação se tornar um sucesso é você fazer com que o seu cliente participe efetivamente de sua campanha, ou seja, deixe espaço para que realmente possa colocar a própria identidade dele, voltando ao exemplo da ação da C&A, os idealizadores promoveu aos participantes da campanha a possibilidade de montar o avatar com o Look que eles quisessem, dá o nome que eles quiserem ( muito importante), projetar esse avatar em uma “parede”, permitir vê-lo de 5 ângulos diferentes e para fechar, ainda proporcionou ao internauta a chance de se comunicar, ao deixar escrever em uma caixa de Box, resumindo: 100% interativa a ação digital.
Por Priscylla Duarte – Jornalista
Promover uma ação digital ou campanha on line de uma determinada empresa requer muita criativa e conhecimento em novas tecnologias. É preciso ter em mente que os meios digitais pedem, e isso é obrigação, o uso de ferramentas que proporcionem cada vez mais a interação entre o cliente e o produto. Poderia então uma campanha que faz muito sucesso na Televisão (como outra forma de comunicação) ser tão relevante e ter o mesmo sucesso na rede, apenas fazendo as mesmas ações praticadas no mundo off? Responderia a você que se essa marca tiver o apelo emocional e o carinho do público talvez sim, a mesma campanha de mídia convencional poderia dá certo no meio digital, ma só isso não será “via de regra” para o sucesso. Ações digitais que age somente distribuindo brindes ou amostras com campanhas de: o Seguidor de número 1.000 ganhará um brinde, caso traga outro amigo seguindoo Twitter da empresa X... É uma forma, louvável de usar as redes sociais a favor da marca, mas tenho que te falar a verdade: Não é só isso.
Dessa forma teremos sim milhões de seguidores, mas será que isso é relevante? Eles vão comprar o meu produto ( super importante essa pergunta), ou assim que terminar a campanha irão me dá um “unfollowing”?(Não fui relevante o bastante para ele continuar me seguindo e com isso construir um relacionamento com esse potencial cliente?) Não seria muito melhor, que o seu seguidor é quem tivessem os 1.000 seguidores e ao “retuitar” a sua ação – Lê-se: o que eu tenho para falar que os meus seguidores acharia importante?Esses mesmos 1.000 seguidores viriam sua campanha e te seguiriam, e melhor ainda interessados em saber quem é você? Essa é a grande questão das chamadas ações sociais, às vezes o “tiro pode sair pela culatra”, e então – o que fazer? Veja um case interessante do uso das ferramentas digitais a favor de uma marca.
Algumas empresas usam muito bem o meio digital e redes sociais em suas campanhas on line, dias desses, navegando pela INTERNET, pesquisando sobre ações publicitárias na WEB, descobri uma que, sinceramente, fiquei super feliz em ver algo tão interessante e que resumi tão bem uma ação digital – relacionada e Interativa. Trata-se do site da C&A Modas. Entrei no site da C&A e descobri um “gift” para que eu participasse do SPFW ( São Paulo FASHION Week) de que forma? Morando em Natal, é praticamente impossível eu participar desse evento, porém a INTERNET que não mede fronteiras me proporcionou isso, e lógico com a ajuda das novas tecnologias de comunicação. O processo é bem simples (cadastrei meu nome e e-mail, em seguida eu teria que vestir um avatar de acordo com as possibilidades de “shapes” disponíveis para mim naquele momento). Montei meu avatar e dei o nome de Deby, em seguida fui convidada a clicar nos botões das câmeras que estavam sendo direcionadas para os corredores do evento, e foi aí que meu avatar passeou por mim nos corredores da Moda. E ainda mandou um alô para a galera (digitei algumas frases), o pessoal que estava nos corredores do SPFW ficou “maravilhado” com esse acontecimento, e eu então? Em êxtase! Participei por um momento do maior evento de moda do Brasil, sem precisar sair de Natal, com a ajuda da globalização e o melhor: Testando on line uma campanha de marketing digital tão bem elaborada.
Descrevi essa ação digital para que você veja como ela fez uso das três principais regras para se fazer uma verdadeira campanha de marketing digital. Vamos lá: Produto relevante (roupas da C&A), meio: hotsite da C&A no SPFW ( hotsites são sites desenvolvidos especificamente para determinadas ações) e tecnologia usada: projeção de avatar em lousa interativa. Resultado: Projeção de avatar nos corredores do SPFW dando a ideia que o internauta estava realmente participando do evento, e eu estava! Ninguém poderá dizer o contrário. Portanto, ao pensar em fazer o marketing digital ou campanhas on line do seu produto lembre-se que o que faz a sua ação se tornar um sucesso é você fazer com que o seu cliente participe efetivamente de sua campanha, ou seja, deixe espaço para que realmente possa colocar a própria identidade dele, voltando ao exemplo da ação da C&A, os idealizadores promoveu aos participantes da campanha a possibilidade de montar o avatar com o Look que eles quisessem, dá o nome que eles quiserem ( muito importante), projetar esse avatar em uma “parede”, permitir vê-lo de 5 ângulos diferentes e para fechar, ainda proporcionou ao internauta a chance de se comunicar, ao deixar escrever em uma caixa de Box, resumindo: 100% interativa a ação digital.
Por Priscylla Duarte – Jornalista
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Serão as Redes Sociais o Futuro ?

Para fugir um pouco aos temas habituais, hoje vou-vos falar sobre as redes sociais. Vou começar por voltar ao passado, para que se compreenda onde estamos hoje e como cá chegámos.
Inicialmente, era pré-internet, existia o que se chamava BBS (Bolletin Board System). Estas tinham a particularidade dos utilizadores, através um modem, ligavam-se a um dado número onde podiam trocar mensagem, apenas caracteres, do género dos fóruns actuais. Para terem noção isto foi na década de 80 e inicio da década de 90, em que os modems tinham velocidade de poucos bps. Ainda me lembro no inicio dos anos 90, em que comprei um modem de 300 bps, por 100 € na moeda actual.
Posteriormente, pelo menos em Portugal, deu-se o inicio da era da internet. Estávamos no ano de 1995, quando apareceu o primeiro produto que viria a revolucionar a vida das pessoas. Esse produto, comercializado pela Telepac, chamava-se Netpac e tinha a particularidade de se pagar cerca de 30 € por 30 horas de utilização. O acesso também era feito através de modems, mas já estávamos com velocidades de acesso de cerca de 96 00 bps, para terem noção transferiam 1,2 KB/s, ou seja num dia eram pouco mais de 100 MB.
Nesta altura apareceram os newsgroups e o IRC (Internet Relay Chat) que consistia numa estrutura de canais, com ou sem administradores, em que os utilizadores falavam dos mais variados temas.
Em 1996 foi lançado o jogo que viria a revolucionar a indústria de jogos, o Quake. Este pela primeira vez possibilitava que os jogadores jogassem online, o que alterou por completo a utilização da internet.
Apareceu também o primeiro programa, do género do MSN (Messenger), que era o ICQ. Que já não era necessário as pessoas comunicarem através de um canal IRC.
Poucos meses depois, apareceu o MSN, que viria a destornar o ICQ e mais tarde acabar com o IRC.
A partir de 1997, foi quando ocorreu o primeiro “Boom” da internet, em que alguns “sortudos” tinham um novo tipo de ligação ISDN (Integrated Services Digital Network) que era uma linha de dados dedicada que suportava velocidade de 64,000 bps (8 KB/S) com um canal e 128000 bps (16 KB/S) com os dois canais de dados activados. Se forem a ver, é uma melhoria de velocidade em cerca de 8 vezes mais rápido, e 16 vezes, respectivamente em apenas 3 anos.
No ano de 99, foi lançado o Blogspot, que foi o primeiro serviço de Blogging lançado na internet.
No ano 2000, apareceu a Netcabo, que viria aniquilar a concorrência com velocidades na ordem dos 256 Kbps (32 KB/s) e com latências na ordem dos 30 ms. Foi nesta década que se deu a massificação da internet, em particular em Portugal, e no Mundo.
No ano 2003 foram lançadas as primeiras redes sociais, o hi5 e o MySpace, que viriam alterar o meio de comunicação e interligação entre os utilizadores.
Passado um ano, em 2004, foi lançado o Facebook e é a rede social que está na moda.
Posteriormente, em 2006, foi lançado o twitter, que é o que se chama o micro-blogging, dado que permite que os utilizadores coloquem mensagem até 160 caracteres, que é o número de caracteres que um SMS (Short Message Service) permite.
Pois bem, após um belo passeio pela história da internet, aqui nos encontramos em 2010 onde os blogs estão a perder popularidade, as redes sociais a crescer, e o número de pessoas ligadas a crescer de uma forma exponencial.
Agora pergunto-vos, acham que as redes sociais são o futuro ? Ou por outro lado, acham que o derradeiro meio de comunicação ainda está para vir ?
P.S. – Sei que provavelmente fiz alguns saltos pelo meio, contudo correcções são sempre bem-vindas. Já agora, se quiserem visitar algum dos links na publicidade, agradeço.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
O que é posicionamento de marca?
Branding é posicionar a marca com inteligência.
Branding envolve a utilização e coordenação de inúmeros recursos de comunicação a fim de maximizar a consistência e clareza da mensagem da marca. Acreditamos que a estratégia de marca é um fator relevante da estratégia corporativa, em direção ao desenvolvimento de uma vantagem competitiva sustentável.
Uma das fundações do branding é determinar a estratégia de posicionamento da marca, o qual entendemos como um exercício de relatividade. Ele deve equilibrar os dois aspectos de uma marca: o emocional (as necessidades e expectativas dos consumidores) e o racional (os objetivos do negócio).
Se você pretende redefinir a competitividade da sua marca no mercado, precisará reposicionar a marca. Se você precisa lançar uma nova marca, precisará posicionar a sua oferta de modo que ela seja percebida como um valor adicional às ofertas já existentes. Algumas empresas farão isso por amor (porque mediram a imagem da marca e perceberam que ela estava se desgastando), enquanto outras o farão pela dor (as vendas e margens caíram).
O posicionamento integra os três fatores que determinam o futuro de uma empresa: estratégia competitiva; domínio setorial; atributos da marca. Essa visão compreende as lições brilhantemente demonstradas por Michael Porter, Peter Drucker e Philip Kotler.
O posicionamento de uma marca é conhecido através do compromisso (“compromisso de posicionamento”) que a organização assume consigo mesma e todos os seus públicos. No passado acreditava-se que o alvo era apenas os consumidores no varejo. Atualmente, as empresas aprenderam que precisam se relacionar muito bem com vários tipos de públicos, inclusive o interno, sem o apoio do qual nenhum posicionamento vingará. Agora você pode ver o sentido de integração com a estratégia corporativa, ou mesmo a lógica do termo branding.
O compromisso deve ser um documento de longo prazo. Aliás, como em todas as funções do branding, cuidar apenas das metas da semana que vem é o meio mais rápido para violentar o contexto de branding. O compromisso de posicionamento:
1.Identifica os objetivos fundamentais de comunicação de uma empresa;
2.Define as impressões que se deseja construir nas mentes de todos os públicos, provendo sentido na comunicação, de modo que, com o passar do tempo, a empresa se sustente por um propósito lógico;
3.Determina as bases do modo como a marca quer ser percebida e associada pelos públicos escolhidos (prioritários);
4.4. Oferece diretrizes para os trabalhos de criação (design, naming e propaganda), possibilitando o exercício flexível da criatividade, todavia com atenção aos fatores estratégicos.
Um grande problema no desenvolvimento do posicionamento de marcas é lidar com o excesso, ou ausência, de recursos emocionais e intelectuais das organizações. Por exemplo, muitas marcas atingiram ótimas posições em diversos mercados, e não acreditam que os seus problemas derivam de problemas com a marca.
Em casos assim os gestares acreditam que é o mercado que não reconhece a grandiosidade da marca. Chamamos esse comportamento de “branding de vaidade”, sem muito espaço para a imagem da marca, mas apenas para o ego dos seus dirigentes. Só se consegue ajudar uma marca com esse trauma quando os dirigentes são trocados.
Outro mal é o “branding Gabriela”. Muitos executivos acreditam apenas no seu conhecimento pessoal da marca, e não aceitam que os seus colegas, consumidores e os seus fornecedores de comunicação possam acrescentar valor. Chegaram até aqui assim, e não é preciso mudar. Vamos relembrar a música “Modinha para Gabriela”, de Dorival Caymmi:
“Quando eu vim pra esse mundo
Eu não atinava em nada
Hoje eu sou Gabriela
Gabriela he! meus camaradas
Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela
Quem me batizou, quem me iluminou
Pouco me importou, e assim que eu sou
Gabriela, sempre Gabriela
Eu sou sempre igual, não desejo mal
Amo o natural, etecetera e tal
Gabriela, sempre Gabriela"
Não existe receita de bolo para criar compromissos de posicionamento, ou mesmo para lidar com as Gabrielas. Cada profissional tem (ou deveria ter) a sua metodologia. Uma dica interessante para os profissionais envolvidos é organizar o posicionamento atual (para seu reposicionamento) ou desejado com o recurso de um questionário estruturado, através do qual seja possível conhecer em profundidade todos os recursos disponíveis e que possam ser oferecidos pela marca.
Atenção contínua deve ser dada aos aspectos emocionais, com atenção aos benefícios legítimos que a marca pode entregar. É crítico compreender precisamente o que a marca é (ou como deve ser vista) e quais os seus significados. Seus elementos (nome, design, infra-estrutura, outros) devem ser balanceados e conectados com os atributos do produto (ou serviço) e as suas especificações.
Fonte: Global Brands
Branding envolve a utilização e coordenação de inúmeros recursos de comunicação a fim de maximizar a consistência e clareza da mensagem da marca. Acreditamos que a estratégia de marca é um fator relevante da estratégia corporativa, em direção ao desenvolvimento de uma vantagem competitiva sustentável.
Uma das fundações do branding é determinar a estratégia de posicionamento da marca, o qual entendemos como um exercício de relatividade. Ele deve equilibrar os dois aspectos de uma marca: o emocional (as necessidades e expectativas dos consumidores) e o racional (os objetivos do negócio).
Se você pretende redefinir a competitividade da sua marca no mercado, precisará reposicionar a marca. Se você precisa lançar uma nova marca, precisará posicionar a sua oferta de modo que ela seja percebida como um valor adicional às ofertas já existentes. Algumas empresas farão isso por amor (porque mediram a imagem da marca e perceberam que ela estava se desgastando), enquanto outras o farão pela dor (as vendas e margens caíram).
O posicionamento integra os três fatores que determinam o futuro de uma empresa: estratégia competitiva; domínio setorial; atributos da marca. Essa visão compreende as lições brilhantemente demonstradas por Michael Porter, Peter Drucker e Philip Kotler.
O posicionamento de uma marca é conhecido através do compromisso (“compromisso de posicionamento”) que a organização assume consigo mesma e todos os seus públicos. No passado acreditava-se que o alvo era apenas os consumidores no varejo. Atualmente, as empresas aprenderam que precisam se relacionar muito bem com vários tipos de públicos, inclusive o interno, sem o apoio do qual nenhum posicionamento vingará. Agora você pode ver o sentido de integração com a estratégia corporativa, ou mesmo a lógica do termo branding.
O compromisso deve ser um documento de longo prazo. Aliás, como em todas as funções do branding, cuidar apenas das metas da semana que vem é o meio mais rápido para violentar o contexto de branding. O compromisso de posicionamento:
1.Identifica os objetivos fundamentais de comunicação de uma empresa;
2.Define as impressões que se deseja construir nas mentes de todos os públicos, provendo sentido na comunicação, de modo que, com o passar do tempo, a empresa se sustente por um propósito lógico;
3.Determina as bases do modo como a marca quer ser percebida e associada pelos públicos escolhidos (prioritários);
4.4. Oferece diretrizes para os trabalhos de criação (design, naming e propaganda), possibilitando o exercício flexível da criatividade, todavia com atenção aos fatores estratégicos.
Um grande problema no desenvolvimento do posicionamento de marcas é lidar com o excesso, ou ausência, de recursos emocionais e intelectuais das organizações. Por exemplo, muitas marcas atingiram ótimas posições em diversos mercados, e não acreditam que os seus problemas derivam de problemas com a marca.
Em casos assim os gestares acreditam que é o mercado que não reconhece a grandiosidade da marca. Chamamos esse comportamento de “branding de vaidade”, sem muito espaço para a imagem da marca, mas apenas para o ego dos seus dirigentes. Só se consegue ajudar uma marca com esse trauma quando os dirigentes são trocados.
Outro mal é o “branding Gabriela”. Muitos executivos acreditam apenas no seu conhecimento pessoal da marca, e não aceitam que os seus colegas, consumidores e os seus fornecedores de comunicação possam acrescentar valor. Chegaram até aqui assim, e não é preciso mudar. Vamos relembrar a música “Modinha para Gabriela”, de Dorival Caymmi:
“Quando eu vim pra esse mundo
Eu não atinava em nada
Hoje eu sou Gabriela
Gabriela he! meus camaradas
Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela
Quem me batizou, quem me iluminou
Pouco me importou, e assim que eu sou
Gabriela, sempre Gabriela
Eu sou sempre igual, não desejo mal
Amo o natural, etecetera e tal
Gabriela, sempre Gabriela"
Não existe receita de bolo para criar compromissos de posicionamento, ou mesmo para lidar com as Gabrielas. Cada profissional tem (ou deveria ter) a sua metodologia. Uma dica interessante para os profissionais envolvidos é organizar o posicionamento atual (para seu reposicionamento) ou desejado com o recurso de um questionário estruturado, através do qual seja possível conhecer em profundidade todos os recursos disponíveis e que possam ser oferecidos pela marca.
Atenção contínua deve ser dada aos aspectos emocionais, com atenção aos benefícios legítimos que a marca pode entregar. É crítico compreender precisamente o que a marca é (ou como deve ser vista) e quais os seus significados. Seus elementos (nome, design, infra-estrutura, outros) devem ser balanceados e conectados com os atributos do produto (ou serviço) e as suas especificações.
Fonte: Global Brands
Redes sociais foram acessadas por 86% dos internautas ativos em fevereiro
A audiência em redes sociais, como blogs, bate-papos, fóruns e outros canais de relacionamento, alcançou em fevereiro 31,7 milhões de pessoas no Brasil, o que representa 86,3% dos usuários ativos, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Trata-se do maior índice entre os dez países em que a pesquisa é realizada. O tempo médio por pessoa nessa subcategoria de conteúdo em fevereiro foi de 4h28.
O relatório do Ibope Nielsen Online também aponta que a categoria Buscadores, Portais e Comunidades continua a ser a de maior audiência no País. Ela foi responsável, no período, por 34,7 milhões de usuários únicos, o que equivale a 94,5% dos 36,7 milhões de usuários ativos do mês.
O Ibope aproveitou a divulgação dos dados relativos a fevereiro para consolidar números relativos ao ano de 2009. De acordo com o levantamento, o Brasil fechou o ano passado com 67,5 milhões de internautas – os dados referem-se a pessoas com acesso de qualquer ambiente (residência, trabalho, lan house, bibliotecas e telecentros). O aumento em relação ao primeiro trimestre de 2009 foi de 8,2%.
Por Marcelo Bernstein, com agências - do Rio de Janeiro
O relatório do Ibope Nielsen Online também aponta que a categoria Buscadores, Portais e Comunidades continua a ser a de maior audiência no País. Ela foi responsável, no período, por 34,7 milhões de usuários únicos, o que equivale a 94,5% dos 36,7 milhões de usuários ativos do mês.
O Ibope aproveitou a divulgação dos dados relativos a fevereiro para consolidar números relativos ao ano de 2009. De acordo com o levantamento, o Brasil fechou o ano passado com 67,5 milhões de internautas – os dados referem-se a pessoas com acesso de qualquer ambiente (residência, trabalho, lan house, bibliotecas e telecentros). O aumento em relação ao primeiro trimestre de 2009 foi de 8,2%.
Por Marcelo Bernstein, com agências - do Rio de Janeiro
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