B2B: ( Business To Business) Comercio Eletrônico realizado entre pessoas jurídicas.
Exemplo: Samsung vende para as Lojas Casas Bahia.
B2C: (Business to Consumes) Comercio Eletrônico realizado entre Pessoa jurídica e Pessoa Física.
Exemplos: aguadecheiro.com.br
buyphone.com.br
americanas.com.br
C2C: (Consumer to Consumer) Comercio Eletronico entre Pessoas Fisicas.
Exemplo: mercadolivre.com.br
Intraorganizacional: Comercio Eletronico Realizado dentro de um portal.
Exemplo: Paginas de classificados em Intranet.
Setor Publico: Comercio Eletronico realizado por entidades governamentais.
Exemplo: Pregão, Licitações
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A "maldição do Ponei Maldito" Um verdadeiro case de Sucesso
A Nissan conquistou milhões de acesso ao seu canal no YouTube em menos de uma semana. Um video criativo e humorado criado pela Agencia Lew Lara\TBWA, levou os internautas a se divertirem e compartilharem em suas "Redes Sociais" um Jingle sensacional, que com certeza não saiu da cabeça de ninguem que assitiu ao video publicitario da Nissan.
Veja o video: (Mas cuidado com a maldição do Ponei...)
Esse video virou um case do Marketing Digital, e deve ser estudado já que a evolução do Marketing Digital é uma caixa de supresas e com muitos codigos secretos a serem descobertos.
Diversas marcas e empresas desejam ver seu link sendo compartilhado espontaneamente, milhares de fãs curtindo suas paginas do Facebook, seu nome nos Trending Topics do Twitter...
Promessas realizadas por muitas agencias e cumpridas por poucas.
Parabéns a Agencia Lew Lara\TBWA que conseguiu cumprir o prometido e tornou a Nissan um grande case de sucesso de Jingle, Marketing Viral e Marketing Digital.
"Poneis Malditos... Poneis Malditos... Lalalalala..."
www.maldicaodoponei.com.br
Ponto de vista da Mercatologa: Dayanne Melgaço
Veja o video: (Mas cuidado com a maldição do Ponei...)
Esse video virou um case do Marketing Digital, e deve ser estudado já que a evolução do Marketing Digital é uma caixa de supresas e com muitos codigos secretos a serem descobertos.
Diversas marcas e empresas desejam ver seu link sendo compartilhado espontaneamente, milhares de fãs curtindo suas paginas do Facebook, seu nome nos Trending Topics do Twitter...
Promessas realizadas por muitas agencias e cumpridas por poucas.
Parabéns a Agencia Lew Lara\TBWA que conseguiu cumprir o prometido e tornou a Nissan um grande case de sucesso de Jingle, Marketing Viral e Marketing Digital.
"Poneis Malditos... Poneis Malditos... Lalalalala..."
www.maldicaodoponei.com.br
Ponto de vista da Mercatologa: Dayanne Melgaço
quinta-feira, 21 de julho de 2011
PERFIL DOS E-CONSUMIDORES:
E-consumidores:
Classes Sociais:
A-B: 61%
C: 35%
D-E: 4%
Perfil da parte predominante dos e-consumidores (classe A-B):
Escolaridade: Grau de escolaridade avançado
Comportamento: Compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês.
Faixa etária:
48% = 25 e 44
17% = 20 e 24
15% = 15 e 19 anos
13% = 45 a 54 anos
6% = 55 e 64
A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos.
Gêneros:
Homens: 54%
Mulheres: 46%
Estado Civil:
49% = Solteiros
41% = Solteiros
Escolaridade:
36% = estão matriculados em instituições de ensino
32% = falam uma segunda língua.
Demográfica:
As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.
Comportamento:
80% = Usam a internet para comparar preços
25% = buscam um carro novo
18% = realizam compras profissionais
43% = Costumam recorrer à rede antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações.
66% = Realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses.
30% = Gastaram pelo menos R$ 224.
Produtos Preferidos:
30% = livros
20% = telefones e acessórios para celulares
18% = eletrodomésticos
17% = produtos de tecnologia pessoal como câmeras digitais, leitores de MP3.
Tendência: Nos próximos seis meses:
25% = pretendem comprar câmera digital
17% telefone celular 3G
17% telefone celular com câmera
15% iPhone.
Metodologia
(IBOPE Mídia, encomendou uma pesquisa exclusiva com internautas ao TG.net em Maio de 2011)
O TG.net é uma pesquisa online realizada com 2.500 internautas do Brasil. Fusionada com a base regular do Target Group Index, permite um banco único, com um universo de mais de 61 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos. O levantamento foi realizado entre maio e junho de 2010, nos mercados de: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Distrito Federal (DF), além de Goiânia, Nordeste, São Paulo Interior e Interior do Sul e Sudeste.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Vocabulário das Mulheres Modernas
Estou cansada = Não quero sair com vc.
Posso te confirmar mais tarde = Perdeu PlayBoy
Você é louco = Você realmente é louco
Vou sair com as minhas amigas = Vou sair com outro
Estou apaixonada = Você com certeza não é o unico
Eu te amo = Já que isso funciona
Por: Dayanne Melgaço
Por: Dayanne Melgaço
quarta-feira, 6 de julho de 2011
As Mulheres Modernas
Mulheres Modernas. É assim que a sociedade chama as Mulheres que gostam de ser independentes, trabalham, estudam e geralmente são bem colocadas no mercado.
O que muitos acham é que essas Mulheres, chamadas de Mulheres Modernas, deixaram de lado a fragilidade, sensualidade e feminilidade e esses atributos de uma Mulher.
Mais esses comentários surgem de pessoas que realmente não sabem o que é uma Mulher Moderna. Eu me considero uma Mulher Moderna, e por isso tomei a liberdade de expressar o meu ponto de vista sobre esse assunto.
Nós Mulheres Modernas, gostamos da nossa liberdade e independência sim, gostamos de economia, política, ler jornais e se atualizar sobre o que acontece no mundo. Mais nem por isso deixamos de lado a nossa fragilidade, sensualidade e feminilidade.
Esses atributos já fazem parte da nossa essência, e nem se quisermos, conseguiríamos abandonar essa nossa marca registrada.
A diferença da Mulher Moderna para as outras Mulheres, é que nós gostamos de ser tratadas com igualdade, não vemos diferenças em um Homem ou uma Mulher lavar uma louça e cozinhar para os filhos ou governar um País. Somos seres humanos e o mundo oferece diversos caminhos e escolhas, cabe a cada um decidir qual o caminho deseja seguir, independente do sexo.
Quer ler mais sobre esse assunto?
Deixe a sua sugestão para as próximas matérias.
Por: Dayanne Melgaço
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Qual o melhor nome para a sua empresa?
Você está montando a sua empresa e chegou a hora de decidir "Qual o melhor nome para a minha empresa?".
Resolvi fazer essa matéria devido as milhares de perguntas que me faziam sobre o assunto.
Espero que as minhas dicas possam ajuda-los.
Resolvi fazer essa matéria devido as milhares de perguntas que me faziam sobre o assunto.
Espero que as minhas dicas possam ajuda-los.
Dica 1: Nome fácil de gravar e lembrar.
Lembrar e saber o nome da sua empresa é fundamental para que as pessoas possam encontrá-la facilmente pela internet ou por uma lista telefônica (se isso ainda existe).
Dica 2: Assimilar o nome a uma imagem:
Usar um nome associado a um elemento visual, uma imagem, pode ser uma ajuda poderosa para fixá-la na memória de seus clientes. Pois segundo milhares de pesquisas já publicadas, o nosso cérebro está programado para “ver” imagens quando lemos, ou ouvimos uma palavra.
Dica 3: Informar o que a sua empresa faz
É importante deixar claro através do nome em qual segmento a sua empresa atua.
Como um determinado nome pode ser escolhido pode variados segmentos, é interessante que o acrescente depois da marca
Exemplo: “Link” Comunicação Digital
Agencia Star Model
C&A Modas
Incluir informações sobre o que sua empresa faz também facilita a busca pela internet, lista telefônica, etc.
Dica 4: Nome curto ou Longo?
Nomes menores são mais fáceis de serem gravados e consequentemente mais fáceis de ser repassados aos amigos.
O que devemos imaginar ao escolher o nome da sua empresa, é como adequar o nome num cartão de visita, no site, nos panfletos, na placa de identificação e em todas as campanhas publicitárias. Será que vai ficar legal o nome que você escolheu em suas campanhas?
Dica 5: Brincar com a palavra para que ela se torne mais familiar possível.
Como brincar com as palavras? O português nos dá uma variedade de classificações e que dá para você adequar de acordo com o seu segmento, publico alvo, mercado e etc.
Exemplo: Mamãe Bebê (marca de uma linha para bebês da Natura)
imagine se fosse Mãe do Bebê???
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
10 erros fáceis ao criar para publicidade
O texto a seguir foi adaptado a partir do post "10 Mistakes Logo Designers Can Make When Designing Logos". A despeito do foco espefício do texto original, as dicas caem como uma luva para o processo de criação publicitária.
- Iniciar o processo de criação sem um objetivo. Invista um bom tempo esmiuçando o brief, converse com o cliente se possível, e procure saber o máximo que puder sobre o público, a concorrência e os objetivos do cliente e do produto ou serviço.
- Criar "no vácuo". Conheça a concorrência e o cenário no qual o produto ou serviço estão. E não se limite a ler o brief: uma pesquisa por conta própria pode dar boas pistas. Isso proporcionará idéias menos genéricas e soluções mais consistentes.
- Não ser capaz de responder à pergunta "mas... por que?" Embora os processos de geração de idéias sejam essencialmente espontâneos, é preciso que as decisões tomadas tenham alguma base. É muito fácil ter uma peça reprovada pelo cliente quando as justificativa parecem esbarrar no gosto pessoal. E a propósito: "porque Deus quis" não é um argumento sólido.
- Ir para o computador cedo demais. Computadores são ótimos para fazer exatamente o que você manda que façam - e isso é ruim para a criação, que se alimenta também do erro, do traço livre e da casualidade. Além do mais, como o computador torna fácil alterar o trabalho, a tentação de entrar num loop de tentativa-e-erro é grande, fazendo com que o processo vire uma grande experimentação aleatória sem propósito.
- Deixar de escutar uma opinião com base em quem a deu. Engula o ego e escute. Pode-se. aprender muito com as fontes mais inesperadas.
- Escolher mal a tipografia e os recursos gráficos. Essencialmente, não sexiste não-intencionalidade numa peça publicitária. Pense non resultado que uma escolha de fonte ou imagem poderá causar. Ela quer dizer algo quer você não tinha em mente que dissesse? A melhor opção é uma foto ou uma ilustração? Qual o impacto da escolha da fonte? Pense globalmente.
- Desconsiderar as aplicações da peça. O método de produção, o tipo de mídia, o ponto de exposição - tudop isso influi no modo como a peça será eprcebida. Criar para um cartaz de corredor de universidade não é como criar para um anúncio de revista, uma epmena, uma CEMUSA ou um adesivo. É preciso pensar em como o público será "pego" pela peça.
- Usar macetinhos ou recursos prontos de softwares. No princípio era o page curl. E o diretor e arte viu que era bom (mentira), e se regozijou. E veio o drop shadow. E o glow. E os bevels. E há pouco tempo, osbrushes. Esses recursos todos costumam soar falsos e batidos, e poucas vezes são usados como solução real, e não coom "recurso que estava lá praticamente pedindo para ser usado". Lembre-se da oração da Serenidade: ter forças para fazer o que deve ser feito, resignação para aceitar o que não pode ser mudado, e nunca, nunca, nunca, nunca, nuca mais usar efeitinhos prontos gratuitamente.
- Mostrar opções demais para o cliente. Além de agilizar o processo de seleção, evita passar ao cliente a idéia de que você mesmo não tem muita certeza quanto a qual caminho seguir. Também reduz a probabilidade de surgirem as peças Frankenstein, nas quais o cliente pede "o título dessa com a imagem daquela, o texto de apoio daquela outra, com as cores da primeira e a tipografia da última".
- Mostrar para o cliente opções que você não quer que ele escolha. Há uma história envolvendo o arquiteto americano Frank Lloyd Wright e um jardim de inverno que teria sido colocado em um projeto apenas para que o cliente o cortasse, achando assim que havia participado da idéia. Isso pode ser um recurso interessante, mas também pode ser um senhor tiro-no-pé. Para que correr o risco? Se não quer que ele escolha, não mostre a ele.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Como investir em marketing digital em 2011 - Popularização dos smartphones, do iPad e dos tablets possibilita novas formas de publicidade
São Paulo - Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.
Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:
- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).
- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).
- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).
- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.
- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).
Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:
e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.
Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.
Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.
Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.
Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.
*Por Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/como-investir-em-marketing-digital-em-2011
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/como-investir-em-marketing-digital-em-2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Como as cores afetam as compras?
- A cor aumenta em 80% o reconhecimento de uma marca. O reconhecimento se conecta diretamente à confiança do consumidor; - 85% dos consumidores indicam que a cor de um produto é a razão primária para uma compra; - Ao se deparar com um novo produto, o consumidor considera por ordem: 1% som/cheiro, 6% textura, 93% aparência; - Além da cor, o design, o boca-a-boca e a conveniência influenciam diretamente o comportamento do consumidor online; - Uma navegação ruim e uma homepage com design descuidado podem explicar abandono de carrinho virtual: 42% são influenciados pelo layout da home, 52% não retornam a um site por causa de seu layout, e 64% deixam de comprar se considerarem o site lento; - As cores têm a habilidade de atrair perfis específicos de consumidor: *Preto, vermelho, laranja e azul royal: consumidores impulsivos; * Azul escuro e verde: consumidores que seguem a lista; * Rosa e azul claro: consumidores tradicionais.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Conheça 10 ferramentas úteis para o Twitter
| Sites com ferramentas complementares ao Twitter não param de surgir. Agora, muitas coisas que antes eram improváveis no microblog são fáceis e acessíveis, como agendar tuites, encontrar pessoas com interesses em comum, comparar número de citações no Twitter, rastrear sua marca, criar comunidades, enviar arquivos, entre outras utilidades. Veja dez dicas de sites para uma melhor navegação nessa rede social: 1) Envie arquivos pelo Twitter, basta fazer cadastro no site. O limite é de 10MB: Tweet Cube. 2) Vai viajar ou estará sem net por um tempo? Agende seus tuítes para o dia e horário que preferir: Future Tweets. 3) Encontre pessoas com interesses em comum. Com a ferramenta, você pode encontrar profissionais da mesma área que a sua, ou de sua faculdade, bairro ou cidade: Follower Wonk. 4) Crie ou participe de comunidades do seu interesse. Com o recurso, além de criar e participar de comunidades, os usuários podem convidar outros 'tuiteiros' para participar, encontrar e reunir pessoas com interesses em comum em uma só página e trocar mensagens que são repassadas para todos da comunidade: Twibes. 5) Siga quem te segue automaticamente. O serviço livra o internauta de ter que seguir todos os usuários manualmente:Tweet Hopper. 6) Monitore uma palavra-chave e receba atualizações por e-mail. É muito útil para empresas que rastreiam sua marca, produto ou serviço, mas pode ser usado para qualquer palavra-chave:Twilert. 7) Saiba quem são os políticos brasileiros que estão no Twitter e quais são os mais influentes: Politweets. 8) Compare duas palavras-chave e veja o que é mais citado. Serve para comparar influência de empresas, marcas e usuários:Twit Winner. 9) Faça enquetes usando o microblog. A ferramenta já é utilizada por várias empresas: Twtpoll. 10) Veja qual a sua posição entre os tuiteiros brasileiros e analise o crescimento e popularidade no microblog. Também é possível ver o ranking dos usuários mais seguidos e influentes: Tweet Rank. |
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Redes sociais na Web: aplicação prática nas empresas (slides)
Posted: 01 Dec 2010 02:30 PM PST Por Gabriel Galvão O evento teve uma ótima apresentação de abertura no dia 25 feita pelo Fábio Albuquerque, que falou sobre redes sociais e os novos paradigmas para as organizações. Após isso, foi organizada uma mesa redonda para debater o tema “O uso das Redes Sociais nas Atividades Secretariais: Novos Desafios Organizacionais”. Não assisti o debate porque fui acompanhar a apresentação dos cases RP 2.0, da Clarissa Lemos, e Como Gerir Relacionamentos nas Novas Mídias, da minha amiga Karla Guimarães. A mesa redonda da qual participei começou com a apresentação dos assuntos por parte dos debatedores. Primeiro foi a Profª Patrícia Silva, mestra em Tecnologia da Informação pela UFPB, que falou brilhantemente sobre as redes sociais e a web 2.0. Apesar de não ser meu forte, apresentei o temaRedes Sociais na Web: Aplicação Prática nas Empresas, dando continuidade ao que a professora havia explanado. Por conta do tempo curto, fiz uma apresentação compacta. Após as explicações, a Profª Verônica Dantas mediou o debate com as questões enviadas pelos alunos. Quero agradecer pela oportunidade de conhecer a Esurp e o pessoal que a compõe. Todos me receberam muito bem e espero que haja mais convites como esse. Parabenizo a Andrea Gomes, a Danielle Araújo e a todos que conseguiram fazer um evento profissional, descontraído e muito interessante. Segue a apresentação utilizada no evento. Veja o canal do Ponto Marketing no Slideshare. |
Posted: 01 Dec 2010 05:26 AM PST Por Danilo Sousa Como já era de se esperar, foram debatidas questões como o uso estratégico das redes sociais em comunicação/marketing, sua eficiência na gestão dareputação digital, o monitoramento da presença digital, o funcionamento dos chamados motores de busca, relevância e conteúdo, além é claro de técnicas de SEO – Search Engine Optimization. A diferença, pelo menos para mim, foi o fato de que com um número restrito de participantes, pudemos estabelecer um diálogo realmente mais próximo com estes profissionais. Foi a oportunidade que muitos dos participantes, inclusive eu, tiveram para esclarecer suas dúvidas. Fiquei intrigado, por exemplo, com a questão levantada pelo Luiz Augusto quanto aos ciclos de ascensão e queda dos buscadores. Chega a ser obvio, mas é algo em que eu mesmo nunca havia pensado. O sucesso do Google está no fato de que ele disponibilizou com maior eficiência o conteúdo que as pessoas queriam encontrar, certo? E ele ainda reina soberano exatamente porque ainda entrega a elas as melhores respostas. Mas se hoje as próprias pessoas disponibilizam conteúdo relevante umas às outras, principalmente através das redes sociais, como será daqui a alguns anos? Ainda precisaremos do Google? Eu sinceramente não sei, mas é uma questão que explica muita coisa. A empresa contrata os melhores profissionais do mundo e transforma seu ambiente de trabalho no mais admirado do planeta, simplesmente porque ela precisa manter felizes os caras que passam os dias pensando em como continuar entregando os melhores resultados às nossas buscas. Agora parece de verdade, não é?! Já com relação à abordagem, e talvez pela maior aplicabilidade dos conceitos, me chamou muito mais a atenção a explanação da diretora da DigitalMe. Vocês sabiam, por exemplo, que é possível melhorar o posicionamento de um site na busca orgânica do Google fazendo com que entre 3 e 7% das palavras usadas em seu artigo, post ou publicação seja uma palavra diretamente relacionada ao assunto abordado? Se não sabiam, fica a dica! Em algumas ferramentas pagas é possível medir isso. É a relevância e a chamada densidade das palavras-chave em seu texto. E só para não deixar vocês na mão, no SubmiTAY você também consegue. Agora já ouviu falar na gestão de blogs através de links relacionados? É o chamado link building e é muito útil! O curso foi esclarecedor em alguns aspectos e trouxe novas maneiras de fazermos algumas coisas já manjadas. Mas acima de tudo, foi importante para reforçar principalmente na prática, quanta coisa pode ser feita com uma idéia criativa e o uso correto das técnicas de SEO. Eu mesmo, e sei que também alguns colegas, já sai de lá revendo dezenas de projetos sob novas perspectivas. Ainda assim é uma prática difícil, onde convencer os gestores das empresas sobre a importância de usarmos todas essas ferramentas juntas já é quase um milagre. Onde em muitos casos apresentar dados que fundamentem a estratégia também não ajuda em nada quando o gestor não faz idéia do que eles representam. Mas o fato é que ou continuamos tentando e nos preparando para quando a oportunidade certa aparecer, ou desistimos. E desistir não é uma saída muito inteligente quando você ama o que faz. Então se você ainda não saiu clicando em tudo por aqui tentando saber mais sobre Search Engine Optimization, não perde tempo. Vai que a idéia criativa chega antes de você saber o que fazer com ela. E enquanto os motores de busca do soberano Google ainda forem os melhores disponíveis, aproveita! Danilo Sousa é formado em Comunicação Social/Publicidade e pós-graduado em Marketing pela USJT, antes de ser Analista de Marketing foi diagramador, organizador de eventos, estudante de filosofia, atuou como redator, diretor de criação, blogueiro e jogador de futebol americano obviamente amador. Apaixonado por marketing digital e aspirante a especialista em planejamento estratégico digital, edita o blog Experimentando Marketing. |
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Marc Gobé fala sobre mídias sociais, autenticidade e marcas brasileiras Especialista em marca destaca a importância de laços emocionais entre empresas e consumidores
O que as marcas devem ter para serem autênticas? O que devem fazer para conseguir a tão almejada confiança do consumidor? Como trabalhar no mundo digital e nas redes sociais? Essas e outras questões fundamentais para o Marketing nos dias de hoje foram discutidas pelo Mundo do Marketing com Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo.
Num mundo com cada vez mais opções de escolha, as pessoas comprarão não apenas os produtos que têm qualidade e entregam benefícios tangíveis, mas marca emocional que tem a ver com sua personalidade, aponta Marc Gobé que, em janeiro, ministrará uma palestra para um grupo de brasileiros durante a NFR 2011, a maior feira de varejo do mundo.
Marcas como forma de expressão
“As pessoas estão comprando produtos não apenas porque elas precisam, como para comer ou se vestir, mas porque desejam expressar quem são. Isso é feito por meio das marcas. Se você escolhe por determinado carro, você mostra que tipo de pessoa é. O mesmo acontece com as roupas. As pessoas vestem peças que dizem algo sobre sua personalidade. Isso passa uma mensagem de que elas devem comprar os mesmos produtos porque eles são um reflexo de si.
Num mundo com cada vez mais opções de escolha, as pessoas comprarão não apenas os produtos que têm qualidade e entregam benefícios tangíveis, mas marca emocional que tem a ver com sua personalidade, aponta Marc Gobé que, em janeiro, ministrará uma palestra para um grupo de brasileiros durante a NFR 2011, a maior feira de varejo do mundo.
Marcas como forma de expressão
“As pessoas estão comprando produtos não apenas porque elas precisam, como para comer ou se vestir, mas porque desejam expressar quem são. Isso é feito por meio das marcas. Se você escolhe por determinado carro, você mostra que tipo de pessoa é. O mesmo acontece com as roupas. As pessoas vestem peças que dizem algo sobre sua personalidade. Isso passa uma mensagem de que elas devem comprar os mesmos produtos porque eles são um reflexo de si.
Se você comprar um tênis Adidas, está pagando por uma marca que faz com que você se sinta um atleta profissional. Os consumidores se conectam emocionalmente às companhias com as quais eles se identificam. A sociedade precisa de razões para comprar, hoje a sustentabilidade pode ser apontada como uma dessas causas”.
A autenticidade das marcas
“A autenticidade de uma marca tem a ver com a sua história. Para algumas empresas isso tem a ver com a confiança que os consumidores podem ter nela. A empresa precisa oferecer qualidade e isso vai fazer com que as pessoas confiem nela. Se a companhia é uma indústria automobilística, ela tem que produzir o carro de maneira com que ele seja o melhor do mundo”.
Para se aproximar dos consumidores
“Antes de tudo as empresas têm que oferecer bons produtos, mas isso não é suficiente. As companhias têm que manter um diálogo com seus clientes. A mídia social é uma possibilidade para criar comunidades e saber o que os consumidores estão pensando.
A autenticidade das marcas
“A autenticidade de uma marca tem a ver com a sua história. Para algumas empresas isso tem a ver com a confiança que os consumidores podem ter nela. A empresa precisa oferecer qualidade e isso vai fazer com que as pessoas confiem nela. Se a companhia é uma indústria automobilística, ela tem que produzir o carro de maneira com que ele seja o melhor do mundo”.
Para se aproximar dos consumidores
“Antes de tudo as empresas têm que oferecer bons produtos, mas isso não é suficiente. As companhias têm que manter um diálogo com seus clientes. A mídia social é uma possibilidade para criar comunidades e saber o que os consumidores estão pensando.
Acredito que a urgência da nova geração e o poder das novas tecnologias fizeram com que a mídia tradicional perdesse espaço para a internet. Além disso, as pessoas passam mais tempo no computador e no celular do que vendo TV. E isso ainda vai acelerar. No futuro, as pessoas vão gastar ainda mais tempo com as novas mídias. Isso vai fazer diferença na divisão publicitária das empresas, mas elas ainda não vêem importância nisso.
Se você me perguntasse sobre o Marketing há dois anos, seria uma história completamente diferente. As marcas eram arrogantes e essas novas redes fizeram com que muitas empresas perdessem suas reputações. Hoje a reputação de uma marca pode ser destruída pela internet. No Twitter eu posso saber exatamente quem está falando sobre a minha empresa em qualquer lugar. Podemos saber o que realmente as pessoas pensam e, com isso, manter um contato direto com elas. No mundo de hoje, onde a transparência é importante, as pessoas querem ter um contato direto com as marcas, até mesmo os líderes que estão por trás destas marcas devem ser diferentes e as pessoas querem conhecê-los.
As empresas devem ter a capacidade de entender os novos padrões de compra das pessoas. As marcas devem criar iniciativas que causem um impacto na sociedade, como iniciativas de preservação da água, que fará com que as pessoas comentem sobre isso em comunidades on-line. Estamos falamos de autenticidade que faz as pessoas acreditarem na marca”.
Modelo Apple
“Os sites das empresas oferecem uma nova experiência, o que faz com que a pessoa não apenas conheça, mas descubra o produto. O que é mais interessante é que a Apple Store construiu a melhor experiência de varejo. Ela foi a primeira a fazer isso sem vender produtos diretamente. Quando você visita a loja virtual, descobre os produtos em um ambiente empolgante. É possível tocar nos produtos e falar com pessoas que te darão assistência. É um projeto completamente focado na experiência do consumidor.
Modelo Apple
“Os sites das empresas oferecem uma nova experiência, o que faz com que a pessoa não apenas conheça, mas descubra o produto. O que é mais interessante é que a Apple Store construiu a melhor experiência de varejo. Ela foi a primeira a fazer isso sem vender produtos diretamente. Quando você visita a loja virtual, descobre os produtos em um ambiente empolgante. É possível tocar nos produtos e falar com pessoas que te darão assistência. É um projeto completamente focado na experiência do consumidor.
O que a Apple está fazendo é construir uma base usando várias novas plataformas que eles controlam para criar uma experiência tão boa quanto o produto. Existem alguns sites que são tão bons quanto o da Apple em termos de experiência e serviço. Steve Jobs responde às perguntas no Twitter e faz com que sua empresa entenda seus consumidores e crie uma boa imagem e reputação em várias plataformas. É por isso que as pessoas são tão ligadas à Apple. No final das contas, o que importa hoje não é o quanto sabem sobre você, mas o quanto a sua marca pode ser compartilhada. Porque se ninguém falar sobre a sua marca, você está mal, está morto. Mas se a sua marca é interessante, as pessoas vão comentar sobre ela.
Todas as vezes que os nomes interessantes no mercado lançam um novo produto ou abrem novas lojas, os consumidores comentam. Não é só porque essa marca é a melhor e as pessoas querem comprar mais, mas é pela emoção por trás dela, o que ela faz para que eu mude a maneira de ver a vida. A grande responsabilidade da companhia é criar engajamento e, com isso, as pessoas se sentem felizes ao comentar sobre a marca.
O modelo da Apple é uma nova abordagem. A loja leva as pessoas para o site para comprar os produtos. Eles vão lá, experimentam e depois compram on-line. A estratégia é deixar à mostra os produtos que se tornam uma plataforma de relacionamento e de valor de marca”.
Diferenciação e preço
“Os consumidores pagarão mais se isso for importante para elas. As pessoas pagam muito por produtos como o iPhone e o iPad, mas não vão comprar outro produto que não seja tão bom e interessantes quanto eles. É importante que as marcas entendam o desejo das pessoas e as façam pagar um valor a mais por isso. Elas devem estar de olho nas tendências. Se a moda é usar rosa, as marcas têm que explorar essa possibilidade antes, pois se não fizerem isso em um mês perdem a chance de vender seus produtos. Temos que responder às tendências rapidamente. Existe uma demanda de pessoas com dinheiro para comprar, mas se não houver o produto que elas desejam, as marcas perdem a oportunidade de vender. As pessoas têm coisas muito mais importantes para comprar, há uma competição grande em cada mercado, e muitas opções para gastar dinheiro”.
Marcas brasileiras
“Conheço algumas marcas brasileiras que estão fazendo um bom trabalho, como a Havaianas, que tem uma loja ótima em São Paulo. Trata-se de um nome consistente com o qual os consumidores têm uma ligação emocional. Também amo a loja da Melissa. As pessoas encontram lá inovações e produtos com muita energia.
O Brasil pode ainda criar marcas globais interessantes a partir disso. Há nomes no Brasil que podem se tornar globais. Veja a indústria de café brasileiro que é enorme. Mas olhe para o Octavio Café e para a sua loja. É a melhor experiência de varejo em São Paulo e é um café. O Octavio Café poderia ser uma Starbucks porque tem autenticidade”.
O modelo da Apple é uma nova abordagem. A loja leva as pessoas para o site para comprar os produtos. Eles vão lá, experimentam e depois compram on-line. A estratégia é deixar à mostra os produtos que se tornam uma plataforma de relacionamento e de valor de marca”.
Diferenciação e preço
“Os consumidores pagarão mais se isso for importante para elas. As pessoas pagam muito por produtos como o iPhone e o iPad, mas não vão comprar outro produto que não seja tão bom e interessantes quanto eles. É importante que as marcas entendam o desejo das pessoas e as façam pagar um valor a mais por isso. Elas devem estar de olho nas tendências. Se a moda é usar rosa, as marcas têm que explorar essa possibilidade antes, pois se não fizerem isso em um mês perdem a chance de vender seus produtos. Temos que responder às tendências rapidamente. Existe uma demanda de pessoas com dinheiro para comprar, mas se não houver o produto que elas desejam, as marcas perdem a oportunidade de vender. As pessoas têm coisas muito mais importantes para comprar, há uma competição grande em cada mercado, e muitas opções para gastar dinheiro”.
Marcas brasileiras
“Conheço algumas marcas brasileiras que estão fazendo um bom trabalho, como a Havaianas, que tem uma loja ótima em São Paulo. Trata-se de um nome consistente com o qual os consumidores têm uma ligação emocional. Também amo a loja da Melissa. As pessoas encontram lá inovações e produtos com muita energia.
O Brasil pode ainda criar marcas globais interessantes a partir disso. Há nomes no Brasil que podem se tornar globais. Veja a indústria de café brasileiro que é enorme. Mas olhe para o Octavio Café e para a sua loja. É a melhor experiência de varejo em São Paulo e é um café. O Octavio Café poderia ser uma Starbucks porque tem autenticidade”.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
7 dicas de gestão de mídias sociais para pequenas empresas
A web 2.0 trouxe significativas mudanças para com o mundo, seja no cenário de entretenimento e informação, seja no espaço empresarial. Com os avanços tecnológicos, a comunicação atingiu novos patamares e conceitos foram profundamente transformados e revolucionados. Locais, públicos, formas de mensuração e de impacto aderiram novos pontos e formas estratégicas diferentes.
No mundo atual, não é possível falar em informação, entretenimento e, principalmente, em digimundo empresarial, sem falar em mídias sociais. Você precisa estar nas mídias sociais para fazer diferença? Claro que não. Mas uma vez você estando dentro dessas novas plataformas de comunicação, com certeza você fará um diferencial de mercado enorme.
Abaixo listei 7 dicas que podem ajudar pequenas empresas a tomarem um impulso primário e certeiro em relação ao novo contexto midiático e empresarial que o mundo se encontra.
1. Saiba o que é e como funciona
O que são redes sociais? O que são mídias sociais? Saiba diferenciar mídia social de rede social. Ambas andam sempre de mão dadas, mas não são a mesma coisa! Tente estudar qual são as melhores ferramentas que podem auxiliá-lo na entrada desse novo canal de comunicação com seus públicos, externos e internos. Saiba o que é e, principalmente, como funciona.
2. Fique atento aos erros e acertos de seus concorrentes
Os acertos estão, cada vez mais, focados em estratégias específicas e certeiras. São pontos sazonais de empresas que apostaram e ousaram em implantar ações que fizeram diferença no digimundo. Porém, mas evidente ainda, são os erros cometidos, vide caso Locaweb, Fiat (que cometeram o mesmo erro!) e Nestlé. Aprenda com a estupidez deles. Quem não sabe trabalhar com mídias sociais tem um enorme problema, mas quem não sabe trabalhar com mídias sociais cometendo os mesmos erros que outros já cometeram, ou seja, que podiam ser evitados, possuem um problema maior ainda!
Errar uma vez é humano, mas errar o mesmo erro é ignorância estratégica empresarial. E lembre-se: nem só porque algo deu certo ou errado em uma empresa significa que ocorrerá exatamente igual na sua. São públicos, culturas e contextos diferentes, mas a precaução ainda é o melhor remédio.
3. Crie seus planos, estratégias e expectativas
Até onde você quer chegar? Com que meios você quer chegar lá? E depois, vai fazer o que quando chegar até lá? Trace, mesmo que de maneira simplória, pequenos cenários e planos para desenvolvimento. Fique atento a possíveis erros e, também, a um possível sucesso fora de controle. Se algo der certo demais, você deve estar tão preparado para gerenciar as mídias sociais como se estivesse para se algo desse errado. Se uma campanha der certo, se for positiva, o que fará depois que terminar todo o investimento inicial? Fechará? Jamais entre em conflito direto com algo que está dando certo perante seu público.
4. Tenha um blog corporativo e profissional
Blog corporativo não é sinônimo de blog profissional, assim como blog profissional não é sinônimo de blog corporativo. O que mais se vê no digimundo empresarial é um total descaso com essa fantástica e primordial ferramenta. O blog nas empresas é tratado como um puxadinho, algo que se pode ir levando de maneira simples e sem muito profissionalismo. Um blog reflete, hoje, a imagem da sua empresa parente um público informívoro, ávido por informação e que está disposto a abraçar uma causa, ou fazer de tudo para destruir sua reputação, caso você venha a cometer erros graves e sérios.
5. Veja o que você publica e o que seus funcionários publicam
Um jornalista da NatGeo foi demitido por criticar publicamente a revista Veja em seu Twitter. Certo ou errado, o que deve ser evidenciado é que advogados especialistas em direito digital alertam: um funcionário pode ser demitido por cauda de um tweet. Saiba o que você publica e saiba o que seus funcionários publicam. Não há mais diferenciação de perfis públicos ou profissionais, todo profissional tem a imagem vinculada à determinada empresa e deve ter o dever ético e moral de respeitar normas simples de convivência, mesmo no digimundo. Faça, se necessário, cartilhas com orientações sobre como agir em espaços públicos e digitais. Lembre-se: recomendar é diferente de restringir!
6. Chute a bola, cabeceie e seja o goleiro. Tudo ao mesmo tempo
Seja, ao mesmo tempo, o jogador que cobra a falta, que cabeceia para o gol e, caso algo dê errado, seja também o goleiro! Tenha em mente que design, bom conteúdo e pró-atividade andam juntos no mundo atual. Seja inovador, ativo e tenha bom gosto! Ninguém mais suporta plataformas desatualizadas e mal gerenciadas, com conteúdo precário e um desenho estilo anos 90!
7. Dê o segundo passo antes do primeiro
Você, até agora, não havia entrado nesse mundo das mídias digitais. Pois bem, uma vez nele, tente prever o que seu público quer, tente adivinhar o que seus concorrentes irão fazer, com o que irão trabalhar e com quais ferramentas tais empresas projetarão suas campanhas. Dê o segundo passo antes do primeiro, mas cuidado para não tropeçar! Um tombo nesse mundo digital, por menor e mais rápido que seja, significa muito atraso para sua empresa! Esteja exaustivamente antenado com tudo que acontece nessas plataformas e suas novidades. Mas, como gosto de dizer, tenha SEMPRE em mente: você deve saber TUDO de mídias sociais, mas deve saber que SEMPRE os usuários saberão mais que você!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Webmarketing: como, quando, onde e por que anunciar em blogs
Posted: 23 Nov 2010 05:20 AM PST Por Gabriel Galvão Com base nisso, resolvi apontar algumas razões lógicas para acabar com esse medo do blog marketing e mostrar como, quando, onde e por que anunciar nos blogs. Como anunciar em blogs?Existem algumas formas eficientes de anúncio em blog. As mais usadas são:
Quando anunciar em blogs?Os momentos em que há mais procura para anunciar em blogs são:
Onde anunciar em blog (ou em quais blogs anunciar)?Os melhores blogs para você anunciar são os que têm ligação com o nicho da sua empresa. Blogs de tecnologia são ótimos para apresentar lançamentos de smartphones; blogs de moda são perfeitos para anunciar promoções de lojas de roupas e blogs que falam sobre marketing (como o Ponto Marketing), são uma boa opção para anunciar cursos de graduação ou eventos como palestras e workshops. Procure pelos blogs que têm a ver com seu modelo de negócio, verifique sua reputação dentro da blogosfera e escolha os mais adequados. Por que anunciar em blogs?Uma série de razões existem para isso, mas as principais são:
Ainda existem outros motivos que podem fazer com que os anunciantes se convençam a dar mais valor aos blogs. No entanto, se você tem intenção de divulgar sua empresa em blogs e não se sente seguro, o fato de ter lido este artigo até o final já indica que meio caminho foi andado. Se ainda existir dúvidas, procure o blogueiro e questione o quanto precisar. O mito do anúncio em blogs precisa ser derrubado, para o bem dos anunciantes, dos blogueiros e do mercado em si. Se você quiser saber mais sobre como anunciar no Ponto Marketing, clique aqui para ir à página de anúncios ou baixe nosso kit de mídiapara saber como fazemos nosso trabalho. |
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